Nesta sexta-feira última, dia 2 de outubro, o Brasil, através da Cidade do Rio de Janeiro foi contemplado com a decisão do Comitê Olímpico Internacional como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Como sabem os leitores, com essa vitória a América do Sul receberá pela primeira vez uma Olimpíada em um de seus países, o que é um fato inédito e, portanto histórico, na era moderna dos jogos.
Para se chegar à vitória do Rio, foi utilizada como estratégia uma campanha de destaque da beleza natural da cidade, a hospitalidade do povo brasileiro, em especial do carioca, e mais recentemente, o fato de a economia brasileira ter sido menos afetada com a crise do que a de nossos concorrentes.
Festa no Rio, festa em todo Brasil. Festa também nos países sul americanos. Afinal a América do Sul, agora também faz parte do mundo!
Copenhague, na Dinamarca, palco da decisão, foi invadida por muitos cabos eleitorais de outros países concorrentes e de brasileiros, salientando o decidido engajamento do governo federal na campanha.
Agora, virá o pós-festa. A cidade do Rio de Janeiro terá que se preparar para superar os seus problemas como segurança, transporte, acomodação, etc.
Economicamente serão bem vindos os eventos da copa do mundo em 2014 e da olimpíada em 2016. Negócios proliferarão pelo país. Empresários locais e internacionais estarão na disputa acirrada por uma fatia desse bolo esportivo-financeiro de negócios, onde se calcula valores financeiros próximo aos US$ 40 bilhões.
É muita grana, porém, teremos que fazer o famoso dever de casa. Teremos que aproveitar esse vácuo para a nossa modernização, não somente a modernização da cidade palco do evento, mas também da modernização do país como um todo, e que o país seja pensado em todos os sentidos, para cristalizar a convivência pacífica, ordeira e desenvolvimentista de uma sociedade dita moderna.
O Brasil entrou definitivamente na agenda internacional e a isso cabe um toque especial e grandioso de civilidade, que ainda não atingimos. Com o olhar do mundo inteiro, não podemos mais conviver com atrapalhadas como as do Congresso Nacional, com os equívocos da nossa justiça interna, dentre elas a justiça eleitoral que insistentemente vem nos deslustrando. Precisamos sim, virar a página para o primeiro mundo e buscar na educação em massa a instrução que o brasileiro merece, mas não uma educação qualquer e sim uma educação libertadora, que faz com que sejamos melhores e, por conseguinte, faz também que o país seja melhor, muito melhor.
É preciso pensar grande. Os tempos mudaram e o país já não cabe mais em si mesmo e ganha com isso contornos geopolíticos maiores.
E isso nos inclui a todos, até mesmo cidades como a nossa que é grandiosa e teima em pensar pequeno, muito pequeno. Atualmente é preciso ter visão de mundo, visão de país, visão de estado e principalmente visão de município, célula mais importante do todo.
domingo, 4 de outubro de 2009
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Compreendendo a Geração Y
A chamada Geração Y, nascida nos anos oitentas, chega às corporações com muita sede e a idéia de ascensão rápida. Eles têm pressa, gosto pelo risco e vontade de aprender. Em rede e afiados tecnologicamente, são questionadores, ambiciosos e imediatistas. Acostumados a um mundo em crescimento, esses talentos se deparam agora com um cenário de restrições, que afeta a lógica dos negócios e traz maiores desafios para a carreira.
Agora, diante da primeira grande crise, têm muito a aprender com aqueles que já estão na vida corporativa há mais tempo. Em contrapartida, também representam uma fonte de ensinamentos para as demais gerações. O valor de estabelecer o diálogo franco e uma interação eficaz com os jovens talentos é o que se espera para o futuro.
Interessante notar, que aqui no Brasil, a Geração Y chegou à fase adulta sem ter vivenciado a hiperinflação, a ditadura e o desemprego. Seus integrantes conheceram um país que saiu da condição de subdesenvolvido para ser alçado ao grupo dos emergentes, compondo o BRIC.
É uma geração com elevada auto-estima, ensinada a ser independente e a ter pressa – o que explica a irritação que sentem quando não são promovidos a gestores em dois anos. O imediatismo e o curto prazo fazem parte da realidade desses jovens, criados no mundo do “fast food”, do “drive-thru” e dos avanços tecnológicos. Arrojados e ambiciosos preferem agir a planejar e, com a crise, que ainda não nos deixou completamente, muito embora propagam-se por aí, terão de rever esse e outros aspectos do cotidiano Y. Como são da era do crédito fácil, tendem a se frustrar na nova conjuntura.
Ao descobrir que precisarão trabalhar muito mais, com menos recursos, vão se sentir impotentes. Nessa hora, a experiência dos mais velhos, que já passaram por outras crises, pode suavizar a travessia. Para as empresas, no entanto, o ideal é mesclar as gerações, entendendo suas diferenças de forma a promover um diálogo produtivo.
A diversidade, desde que explicitadas as contradições de visão de mundo de cada geração, é enriquecedora e decisiva no atual cenário.
Devemos notar que a crise econômica mundial está permitindo às empresas o redimensionamento de distorções e o ajuste de expectativas quanto a oportunidades de negócios, remunreração de executivos, velocidade da carreira, etc. É importante que a Geração Y compreenda que de nada adianta uma evolução meteórica sem sustentação.
As grandes empresas têm utilizado uma combinação de gerações que se interagem de forma harmoniosa, onde os valores corporativos se equalizam e dão sustentação à convivência de todos, independentemente de gênero, idade ou outro fator de diferenciação.
Com mais jovens nas empresas, é preciso trabalhar a contraposição entre a pressa característica desse grupo e a calma necessária para um crescimento sustentável. Já para os mais antigos, a velocidade da Geração Y serve de estímulo para se sair da zona de conforto, o que permite imprimir mais agilidade aos negócios e às tomadas de decisão.
Agora, diante da primeira grande crise, têm muito a aprender com aqueles que já estão na vida corporativa há mais tempo. Em contrapartida, também representam uma fonte de ensinamentos para as demais gerações. O valor de estabelecer o diálogo franco e uma interação eficaz com os jovens talentos é o que se espera para o futuro.
Interessante notar, que aqui no Brasil, a Geração Y chegou à fase adulta sem ter vivenciado a hiperinflação, a ditadura e o desemprego. Seus integrantes conheceram um país que saiu da condição de subdesenvolvido para ser alçado ao grupo dos emergentes, compondo o BRIC.
É uma geração com elevada auto-estima, ensinada a ser independente e a ter pressa – o que explica a irritação que sentem quando não são promovidos a gestores em dois anos. O imediatismo e o curto prazo fazem parte da realidade desses jovens, criados no mundo do “fast food”, do “drive-thru” e dos avanços tecnológicos. Arrojados e ambiciosos preferem agir a planejar e, com a crise, que ainda não nos deixou completamente, muito embora propagam-se por aí, terão de rever esse e outros aspectos do cotidiano Y. Como são da era do crédito fácil, tendem a se frustrar na nova conjuntura.
Ao descobrir que precisarão trabalhar muito mais, com menos recursos, vão se sentir impotentes. Nessa hora, a experiência dos mais velhos, que já passaram por outras crises, pode suavizar a travessia. Para as empresas, no entanto, o ideal é mesclar as gerações, entendendo suas diferenças de forma a promover um diálogo produtivo.
A diversidade, desde que explicitadas as contradições de visão de mundo de cada geração, é enriquecedora e decisiva no atual cenário.
Devemos notar que a crise econômica mundial está permitindo às empresas o redimensionamento de distorções e o ajuste de expectativas quanto a oportunidades de negócios, remunreração de executivos, velocidade da carreira, etc. É importante que a Geração Y compreenda que de nada adianta uma evolução meteórica sem sustentação.
As grandes empresas têm utilizado uma combinação de gerações que se interagem de forma harmoniosa, onde os valores corporativos se equalizam e dão sustentação à convivência de todos, independentemente de gênero, idade ou outro fator de diferenciação.
Com mais jovens nas empresas, é preciso trabalhar a contraposição entre a pressa característica desse grupo e a calma necessária para um crescimento sustentável. Já para os mais antigos, a velocidade da Geração Y serve de estímulo para se sair da zona de conforto, o que permite imprimir mais agilidade aos negócios e às tomadas de decisão.
domingo, 13 de setembro de 2009
A Inexistente Logística Brasileira
Com o advento da chamada globalização, da internacionalização da economia, dos avanços tecnológicos, da redução do ciclo de vida dos produtos e da necessidade cada vez maior de se promover o encurtamento entre empresas e clientes, surge a logística como a grande ferramenta de estratégia negocial.
A logística teve grande impulso durante as grandes guerras com o desafio de suprir e fazer chegar aos cenários de combate os produtos destinados à sobrevivência dos combatentes como alimentação e remédios. Seu aparecimento se deu nos anos de 1330, com a empresa austríaca “Irmãos Weiss”, a mais antiga operadora de logística do mundo.
Assim como nos cenários adversos das guerras, o mundo precisa ser abastecido com produtos que irão satisfazer as necessidades da humanidade. Assim, resolver os graves problemas mundiais também é uma questão de logística.
No Brasil, um país de dimensões continentais não é diferente. Assim como na adversidade das guerras teremos que ser capazes de construírmos uma logística que atenda aos interesses nacionais e, por conseguinte, aos interesses empresariais, pois, estados brasileiros com insuficiência logística têm perdido investimentos dentro da dinâmica moderna da economia.
Analisando os modais brasileiros podemos dizer que estão em frangalhos e, portanto, é um tremendo problema que se bem observado, se transforma em uma das maiores oportunidades empresariais e profissionais do momento, pois os negócios de logística envolvem 15% do PIB brasileiro, algo em torno de US$ 236 milhões, com efeito multiplicador dentro da economia.
O maior centro logístico do país hoje está com a Vale Logística, uma empresa da Companhia Vale com oito terminais portuários, sistema integrado de ferrovias e atendimento focado, principalmente, ao setor siderúrgico.
A malha portuária brasileira atualmente é de pequeno porte. As grandes empresas têm buscado então a alternativa de terminais de cargas próprios, com maior capacidade de armazenamento, utilizando-se assim de custos menores, pois, os custos nacionais comparados com o exterior são elevadíssimos. Enquanto a média internacional atinge a faixa de US$ 90 a US$ 100, por aqui os custos giram em torno de US$ 80 a US$ 170, com uma concentração nos portos do sudeste e sul, em detrimento dos portos do nordeste e norte.
As rodovias estão em péssimo estado de conservação o que não somente dificulta a distribuição dos produtos como também os tornam mais caros. As únicas malhas rodoviárias que estão em melhores condições são os trechos administrados por concessionárias privadas do sul e sudeste. Interessante colocar que o modal rodoviário representa 60% da movimentação da produção do país, o que é extremamente elevado.
As ferrovias apresentam-se com pequena extensão de malhas apenas trinta mil quilômetros, acrescidos de vias e composições obsoletas, com registro de circulação de apenas 20% da produção.
Os portos de cabotagem é o setor mais grave no segmento navegação. A cabotagem é imbatível nas grandes distâncias, podendo chegar a 50% dos custos de outros modais, porém este segmento transporta perto de 1,2 milhões de t, apenas 0,2% da carga brasileira. Este modal vem buscando um diferencial com a logística de transporte terrestre porta-a-porta, porém, é quase inexistente os investimentos no setor.
A logística teve grande impulso durante as grandes guerras com o desafio de suprir e fazer chegar aos cenários de combate os produtos destinados à sobrevivência dos combatentes como alimentação e remédios. Seu aparecimento se deu nos anos de 1330, com a empresa austríaca “Irmãos Weiss”, a mais antiga operadora de logística do mundo.
Assim como nos cenários adversos das guerras, o mundo precisa ser abastecido com produtos que irão satisfazer as necessidades da humanidade. Assim, resolver os graves problemas mundiais também é uma questão de logística.
No Brasil, um país de dimensões continentais não é diferente. Assim como na adversidade das guerras teremos que ser capazes de construírmos uma logística que atenda aos interesses nacionais e, por conseguinte, aos interesses empresariais, pois, estados brasileiros com insuficiência logística têm perdido investimentos dentro da dinâmica moderna da economia.
Analisando os modais brasileiros podemos dizer que estão em frangalhos e, portanto, é um tremendo problema que se bem observado, se transforma em uma das maiores oportunidades empresariais e profissionais do momento, pois os negócios de logística envolvem 15% do PIB brasileiro, algo em torno de US$ 236 milhões, com efeito multiplicador dentro da economia.
O maior centro logístico do país hoje está com a Vale Logística, uma empresa da Companhia Vale com oito terminais portuários, sistema integrado de ferrovias e atendimento focado, principalmente, ao setor siderúrgico.
A malha portuária brasileira atualmente é de pequeno porte. As grandes empresas têm buscado então a alternativa de terminais de cargas próprios, com maior capacidade de armazenamento, utilizando-se assim de custos menores, pois, os custos nacionais comparados com o exterior são elevadíssimos. Enquanto a média internacional atinge a faixa de US$ 90 a US$ 100, por aqui os custos giram em torno de US$ 80 a US$ 170, com uma concentração nos portos do sudeste e sul, em detrimento dos portos do nordeste e norte.
As rodovias estão em péssimo estado de conservação o que não somente dificulta a distribuição dos produtos como também os tornam mais caros. As únicas malhas rodoviárias que estão em melhores condições são os trechos administrados por concessionárias privadas do sul e sudeste. Interessante colocar que o modal rodoviário representa 60% da movimentação da produção do país, o que é extremamente elevado.
As ferrovias apresentam-se com pequena extensão de malhas apenas trinta mil quilômetros, acrescidos de vias e composições obsoletas, com registro de circulação de apenas 20% da produção.
Os portos de cabotagem é o setor mais grave no segmento navegação. A cabotagem é imbatível nas grandes distâncias, podendo chegar a 50% dos custos de outros modais, porém este segmento transporta perto de 1,2 milhões de t, apenas 0,2% da carga brasileira. Este modal vem buscando um diferencial com a logística de transporte terrestre porta-a-porta, porém, é quase inexistente os investimentos no setor.
sábado, 5 de setembro de 2009
Mirem-se nos ensinamentos de MALCOLM GLADWELL
Acredito que você, caro leitor não conheça CHRISTOPHER LANGAN. Pois bem, ele é um americano de 51 anos, que ficou conhecido desde o final dos anos noventas como o homem mais inteligente da América.
Testes realizados pelos norte-americanos, mostraram que LANGAN tinha um QI 195, enquanto o cérebro de ALBERT EINSTEIN, o gênio que revolucionou a Física, tinha um QI de 150. Portanto, qualquer um que tenha QI acima de 150 é considerado gênio.
Bem, apesar dessa enorme vantagem comparativa, LANGAN passou parte da vida trabalhando como porteiro. Nas horas vagas estudava Física e Filosofia por conta própria. Nunca conseguiu passar do colégio.
Nasceu numa família miserável, e as duas bolsas que ganhou para a universidade ele as perdeu, com um boletim cheio de As, porque lhe faltava apoio material e afetivo para prosseguir. Numa dessas ocasiões, a mãe, desinteressada, não assinou um atestado confirmando que a família continuava pobre.
Com essa história triste, o escritor MALCOLM GLADWELL abre o terceiro capítulo de seu livro: FORA DE SÉRIE, A HISTÓRIA DO SUCESSO.
Já MALCOLM GLADWELL, um inglês obcecado por entender por que algumas pessoas se dão bem na vida, afirma:
“Nós somos focados demais no indivíduo. Para realmente entendermos os fora de série, temos de olhar ao redor deles: para a cultura, para a família, para a comunidade e para a geração deles. O sucesso é resultado de talento, muito trabalho, apoio e sorte, muita sorte”. GLADWELL concluiu então, que a excelência em qualquer atividade decorre da prática de cerca de 10.000 HORAS.
Como exemplo, ele comenta sobre o fundador da Microsoft que criou uma empresa do zero e tornou-se o homem mais rico do mundo graças à qualidade do seu cérebro e à força de sua personalidade. Mas seria apenas isso?
Não! Claro que não! GLADWELL pesquisou e concluiu que Gates só se tornou Gates devido à seqüência de acidentes que fez com que ele, aos 20 anos de idade, fosse o sujeito de sua geração com a maior experiência em programação desde os 13 anos, quando foi estudar numa cara escola onde havia um raríssimo terminal de computador de grande porte. Ele mergulhou na novidade e nunca mais saiu. Aos 15 anos era pago para testar programas para empresas. Aos 16, passava 30 horas por semana, sete dias por semana, escrevendo seus próprios programas. Quando fundou a Microsoft em 1975, tinha mais de 10 mil horas de treino em programação. Esse sucesso é explicado por apoio social e, sobretudo, por apoio familiar!
Baseado na sua idéia das 10.000 HORAS, GLADWELL afirma: são necessárias circunstâncias especiais para que as pessoas consigam esse tipo de dedicação. Pois é um tempo enorme!
Bill Gates, era filho de um advogado importante e neto de banqueiros, é o resultado de uma conspiração de circunstâncias favoráveis. Elas permitiram que ele, aos 20 anos, estivesse no ponto certo da história com 10 mil horas de prática de programação. Isso permitiu que, literalmente, inventasse a indústria de software.
Em seu livro, GLADWELL cita também o caso de PELÉ, que se tornou o jogador mais consagrado da história do futebol, principalmente porque teve desde pequeno o apoio de seu pai, um centroavante profissional, que insistiu desde cedo em aperfeiçoar a técnica do filho.
Pelé, aos 12 anos de idade, já era proibido de passar do meio da quadra de futebol de salão. Se avançasse com a bola, invariavelmente seria gol. As circunstâncias também o foram favoráveis, pois teve a sorte de jogar num dos melhores clubes de futebol juvenil do país. O convívio com craques profissionais fez desabrochar o talento do menino. Mas ele treinava mais do que todos os outros jogadores e insistia sempre em ensaiar jogadas. Pelé é um gênio do futebol mais teve também muita sorte!
Talvez o leitor não saiba, mas MAURICE CARLOS DE OLIVEIRA, o Marinho, na adolescência, jogava futebol com Pelé. Todos achavam que ele e Pelé seriam jogadores da Seleção, inclusive o técnico deles, Waldemar de Brito. Mas a família de classe média de Marinho não queria um filho futebolista, e as circunstâncias não o ajudaram. Marinho acabou formado em Administração e hoje é aposentado do Banco do Brasil.
GLADWELL, para sustentar sua idéia das 10 MIL HORAS, cita vários outros casos, como MACHADO DE ASSIS, OS BEATLES, MADONA, EIKE BATISTA, entre outros. Todos eles, sem exceção, tinham mais de 10 mil horas de treino quando se consagraram mundialmente.
Testes realizados pelos norte-americanos, mostraram que LANGAN tinha um QI 195, enquanto o cérebro de ALBERT EINSTEIN, o gênio que revolucionou a Física, tinha um QI de 150. Portanto, qualquer um que tenha QI acima de 150 é considerado gênio.
Bem, apesar dessa enorme vantagem comparativa, LANGAN passou parte da vida trabalhando como porteiro. Nas horas vagas estudava Física e Filosofia por conta própria. Nunca conseguiu passar do colégio.
Nasceu numa família miserável, e as duas bolsas que ganhou para a universidade ele as perdeu, com um boletim cheio de As, porque lhe faltava apoio material e afetivo para prosseguir. Numa dessas ocasiões, a mãe, desinteressada, não assinou um atestado confirmando que a família continuava pobre.
Com essa história triste, o escritor MALCOLM GLADWELL abre o terceiro capítulo de seu livro: FORA DE SÉRIE, A HISTÓRIA DO SUCESSO.
Já MALCOLM GLADWELL, um inglês obcecado por entender por que algumas pessoas se dão bem na vida, afirma:
“Nós somos focados demais no indivíduo. Para realmente entendermos os fora de série, temos de olhar ao redor deles: para a cultura, para a família, para a comunidade e para a geração deles. O sucesso é resultado de talento, muito trabalho, apoio e sorte, muita sorte”. GLADWELL concluiu então, que a excelência em qualquer atividade decorre da prática de cerca de 10.000 HORAS.
Como exemplo, ele comenta sobre o fundador da Microsoft que criou uma empresa do zero e tornou-se o homem mais rico do mundo graças à qualidade do seu cérebro e à força de sua personalidade. Mas seria apenas isso?
Não! Claro que não! GLADWELL pesquisou e concluiu que Gates só se tornou Gates devido à seqüência de acidentes que fez com que ele, aos 20 anos de idade, fosse o sujeito de sua geração com a maior experiência em programação desde os 13 anos, quando foi estudar numa cara escola onde havia um raríssimo terminal de computador de grande porte. Ele mergulhou na novidade e nunca mais saiu. Aos 15 anos era pago para testar programas para empresas. Aos 16, passava 30 horas por semana, sete dias por semana, escrevendo seus próprios programas. Quando fundou a Microsoft em 1975, tinha mais de 10 mil horas de treino em programação. Esse sucesso é explicado por apoio social e, sobretudo, por apoio familiar!
Baseado na sua idéia das 10.000 HORAS, GLADWELL afirma: são necessárias circunstâncias especiais para que as pessoas consigam esse tipo de dedicação. Pois é um tempo enorme!
Bill Gates, era filho de um advogado importante e neto de banqueiros, é o resultado de uma conspiração de circunstâncias favoráveis. Elas permitiram que ele, aos 20 anos, estivesse no ponto certo da história com 10 mil horas de prática de programação. Isso permitiu que, literalmente, inventasse a indústria de software.
Em seu livro, GLADWELL cita também o caso de PELÉ, que se tornou o jogador mais consagrado da história do futebol, principalmente porque teve desde pequeno o apoio de seu pai, um centroavante profissional, que insistiu desde cedo em aperfeiçoar a técnica do filho.
Pelé, aos 12 anos de idade, já era proibido de passar do meio da quadra de futebol de salão. Se avançasse com a bola, invariavelmente seria gol. As circunstâncias também o foram favoráveis, pois teve a sorte de jogar num dos melhores clubes de futebol juvenil do país. O convívio com craques profissionais fez desabrochar o talento do menino. Mas ele treinava mais do que todos os outros jogadores e insistia sempre em ensaiar jogadas. Pelé é um gênio do futebol mais teve também muita sorte!
Talvez o leitor não saiba, mas MAURICE CARLOS DE OLIVEIRA, o Marinho, na adolescência, jogava futebol com Pelé. Todos achavam que ele e Pelé seriam jogadores da Seleção, inclusive o técnico deles, Waldemar de Brito. Mas a família de classe média de Marinho não queria um filho futebolista, e as circunstâncias não o ajudaram. Marinho acabou formado em Administração e hoje é aposentado do Banco do Brasil.
GLADWELL, para sustentar sua idéia das 10 MIL HORAS, cita vários outros casos, como MACHADO DE ASSIS, OS BEATLES, MADONA, EIKE BATISTA, entre outros. Todos eles, sem exceção, tinham mais de 10 mil horas de treino quando se consagraram mundialmente.
domingo, 23 de agosto de 2009
Sucessão Presidencial 2010
Podemos dizer que no calendário da maioria da população brasileira a eleição presidencial ainda está muito distante, e que somente a partir de julho ou agosto do próximo ano é que a maior parte dos eleitores começará, de fato, a prestar mais atenção ao tema.
Para a classe política, porém, a eleição já está logo ali, na esquina mais próxima, isto porque até 2010, não estará em jogo apenas a presidência da república, mas também, todos os cargos para deputados federais, estaduais, governadores de estado e dois terços do senado. Portanto, será uma eleição abrangente. Contudo, a disputa mais importante é para a presidência da república, pois é ela que mobiliza, de fato, os altos círculos da política nacional.
E com relação à eleição presidencial o momento é de preparação de candidaturas e de articulação de alianças, onde no campo governista, afora algum imprevisto, está definido que a candidata principal a suceder o presidente Lula será mesmo o da Ministra Dilma Rousseff. Já na oposição a disputa entre os governadores José Serra e Aécio Neves só deve ser resolvida no começo de 2010. Entretanto, a posição privilegiada de Serra nas pesquisas lhe confere o favoritismo no embate tucano.
Atualmente, especulações crescentes em torno da possibilidade do deputado Ciro Gomes desistir da candidatura presidencial para disputar o governo de São Paulo, pareciam apontar para uma eleição polarizada desde o primeiro turno, entre Dilma Roussef e provavelmente José Serra. Mas surpresas ainda podem ocorrer. Por exemplo: há sinais de que a ex-ministra Marina Silva pode sair candidata através do Partido Verde. E a disposição de Marina Silva, em sair candidata, parece até ter mudado novamente os planos de Ciro Gomes, que está disposto agora a voltar à corrida presidencial. Entretanto, os candidatos mais fortes com condições concretas de vitória são Dilma e Serra.
A última pesquisa Datafolha, trouxe José Serra (PSDB) com 37% das intenções de voto, Dilma Roussef (Casa Civil) com 16%, o deputado federal Ciro Gomes (PSB) com 15%, Heloísa Helena (PSOL) com 12% e Marina Silva (atualmente sem partido) com 3%, com margem de erro de 2% para mais ou para menos.
Comece então a avaliar desde agora a postura e o desempenho de seu novo candidato para o rol de cargos a que você terá direito a votar em 2010, afinal, tanto o seu voto, quanto o meu tem participação em tudo o que ocorre de bom ou ruim no executivo e no legislativo do país, em todos os níveis que ocorra a eleição.
Pense nisso!
Para a classe política, porém, a eleição já está logo ali, na esquina mais próxima, isto porque até 2010, não estará em jogo apenas a presidência da república, mas também, todos os cargos para deputados federais, estaduais, governadores de estado e dois terços do senado. Portanto, será uma eleição abrangente. Contudo, a disputa mais importante é para a presidência da república, pois é ela que mobiliza, de fato, os altos círculos da política nacional.
E com relação à eleição presidencial o momento é de preparação de candidaturas e de articulação de alianças, onde no campo governista, afora algum imprevisto, está definido que a candidata principal a suceder o presidente Lula será mesmo o da Ministra Dilma Rousseff. Já na oposição a disputa entre os governadores José Serra e Aécio Neves só deve ser resolvida no começo de 2010. Entretanto, a posição privilegiada de Serra nas pesquisas lhe confere o favoritismo no embate tucano.
Atualmente, especulações crescentes em torno da possibilidade do deputado Ciro Gomes desistir da candidatura presidencial para disputar o governo de São Paulo, pareciam apontar para uma eleição polarizada desde o primeiro turno, entre Dilma Roussef e provavelmente José Serra. Mas surpresas ainda podem ocorrer. Por exemplo: há sinais de que a ex-ministra Marina Silva pode sair candidata através do Partido Verde. E a disposição de Marina Silva, em sair candidata, parece até ter mudado novamente os planos de Ciro Gomes, que está disposto agora a voltar à corrida presidencial. Entretanto, os candidatos mais fortes com condições concretas de vitória são Dilma e Serra.
A última pesquisa Datafolha, trouxe José Serra (PSDB) com 37% das intenções de voto, Dilma Roussef (Casa Civil) com 16%, o deputado federal Ciro Gomes (PSB) com 15%, Heloísa Helena (PSOL) com 12% e Marina Silva (atualmente sem partido) com 3%, com margem de erro de 2% para mais ou para menos.
Comece então a avaliar desde agora a postura e o desempenho de seu novo candidato para o rol de cargos a que você terá direito a votar em 2010, afinal, tanto o seu voto, quanto o meu tem participação em tudo o que ocorre de bom ou ruim no executivo e no legislativo do país, em todos os níveis que ocorra a eleição.
Pense nisso!
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Os Caminhos da Web 2.0
Os internautas mais ativos, certamente, conhecem, utilizam e participam ativamente do Orkut, YouTube, MSN, Blogs, MP3, dentre outras ferramentas na internet. Por certo já incorporaram essas atividades em suas vidas, sejam: para namorar, fazer amigos, baixar músicas, filmes, etc.
Porém, uma das mais recentes novidades na rede é o Web 2.0 – um conceito que vem, cada vez mais, crescendo nas corporações que precisam interagir com seus mundos: interno e externo. Um estudo da empresa McKinsey aponta que 70% de um conjunto de aproximadamente 700 empresas pesquisadas em todo o mundo já a utilizam no dia-a-dia de seus negócios.
Mas, em que consiste essa idéia? Web 2.0 - é um conceito no qual se pode criar ambientes de maior interação e inovação, através da colaboração entre funcionários, consumidores, usuários de sites ou mesmo empresas, sejam de quaisquer áreas de atuação. Como exemplo, podemos citar sites como Wikipédia, onde o conhecimento do usuário pode aperfeiçoar seu conteúdo, assim como serviços empresariais para anunciar promoções como Webcasts (transmissão de dados em áudio e vídeo via internet), blogs (página pessoal atualizada com freqüência), podcasts (publicação de arquivos de mídia digital como áudio, vídeo, foto, papers e rádio).
Portanto, podemos dizer que o tema marca uma nova era, onde os sites deixam de ser estáticos e passam a proporcionar cada vez mais interatividade com o usuário, o que os especialistas chamam de coletividade, participação e compartilhamento, premissas dessa nova geração da Internet.
Todo tipo de empresa pode tirar proveito deste conceito. Desde pequenas, que precisam agregar agilidade a processos de inovação envolvendo parceiros e clientes, passando pelas grandes, que necessitam tirar proveito do capital intelectual de seus funcionários, aproximando-os de todos os participantes da cadeia de valor, além de empresas do setor público, que devam oferecer maior transparência, formas inovadoras de oferecer e facilitar a localização e seus serviços, e tornar o cidadão um contribuinte para a melhoria dos serviços, etc.
Os benefícios da Web 2.0 são muitos, como o fomento à colaboração e à inovação; temas que incluem novos paradigmas para pesquisa e desenvolvimento de produtos e serviços; novos canais de comunicação com consumidores e parceiros de negócio, além de maior produtividade.
Além desses, destacam-se as possibilidades de utilização de conceitos como “mash ups” (combinação de aplicativos diferentes pela internet), para criação rápida de novas aplicações; redução de custos com viagens e telefonia ao adotar padrões de colaboração para construção de documentos via Web, como “wikis” (identificador de um tipo específico de coleção de documentos em hipertexto); ou mesmo para facilitar a localização de conhecimento e pessoas através de ferramentas corporativas de social “bookmarking” (guardador de favoritos); levando a criação de uma “folksonomia” corporativa (indexador de informações e conteúdos).
Como tudo isso é apenas o começo de novas gerações de ferramentas de uso na internet, podemos acrescentar ainda a possibilidade de criação de modelos de negócios que privilegiem as comunidades de redes sociais como YouTube (compartilhamento de vídeos em formato digital) e o MySpace (mistura de blog com orkut e com youtube, fazendo uma rede interativa de fotos, blogs e perfis de usuários).
Ótimas navegações!
Porém, uma das mais recentes novidades na rede é o Web 2.0 – um conceito que vem, cada vez mais, crescendo nas corporações que precisam interagir com seus mundos: interno e externo. Um estudo da empresa McKinsey aponta que 70% de um conjunto de aproximadamente 700 empresas pesquisadas em todo o mundo já a utilizam no dia-a-dia de seus negócios.
Mas, em que consiste essa idéia? Web 2.0 - é um conceito no qual se pode criar ambientes de maior interação e inovação, através da colaboração entre funcionários, consumidores, usuários de sites ou mesmo empresas, sejam de quaisquer áreas de atuação. Como exemplo, podemos citar sites como Wikipédia, onde o conhecimento do usuário pode aperfeiçoar seu conteúdo, assim como serviços empresariais para anunciar promoções como Webcasts (transmissão de dados em áudio e vídeo via internet), blogs (página pessoal atualizada com freqüência), podcasts (publicação de arquivos de mídia digital como áudio, vídeo, foto, papers e rádio).
Portanto, podemos dizer que o tema marca uma nova era, onde os sites deixam de ser estáticos e passam a proporcionar cada vez mais interatividade com o usuário, o que os especialistas chamam de coletividade, participação e compartilhamento, premissas dessa nova geração da Internet.
Todo tipo de empresa pode tirar proveito deste conceito. Desde pequenas, que precisam agregar agilidade a processos de inovação envolvendo parceiros e clientes, passando pelas grandes, que necessitam tirar proveito do capital intelectual de seus funcionários, aproximando-os de todos os participantes da cadeia de valor, além de empresas do setor público, que devam oferecer maior transparência, formas inovadoras de oferecer e facilitar a localização e seus serviços, e tornar o cidadão um contribuinte para a melhoria dos serviços, etc.
Os benefícios da Web 2.0 são muitos, como o fomento à colaboração e à inovação; temas que incluem novos paradigmas para pesquisa e desenvolvimento de produtos e serviços; novos canais de comunicação com consumidores e parceiros de negócio, além de maior produtividade.
Além desses, destacam-se as possibilidades de utilização de conceitos como “mash ups” (combinação de aplicativos diferentes pela internet), para criação rápida de novas aplicações; redução de custos com viagens e telefonia ao adotar padrões de colaboração para construção de documentos via Web, como “wikis” (identificador de um tipo específico de coleção de documentos em hipertexto); ou mesmo para facilitar a localização de conhecimento e pessoas através de ferramentas corporativas de social “bookmarking” (guardador de favoritos); levando a criação de uma “folksonomia” corporativa (indexador de informações e conteúdos).
Como tudo isso é apenas o começo de novas gerações de ferramentas de uso na internet, podemos acrescentar ainda a possibilidade de criação de modelos de negócios que privilegiem as comunidades de redes sociais como YouTube (compartilhamento de vídeos em formato digital) e o MySpace (mistura de blog com orkut e com youtube, fazendo uma rede interativa de fotos, blogs e perfis de usuários).
Ótimas navegações!
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Crise e Vida Real
A crise chegou é bem verdade. Varreu empregos, baixou o nível de produção em determinados setores da economia, outros nem tanto. Diminuiu o crédito aos mortais, etc. Mas está aí.
Prognósticos dão conta de que tudo começa a voltar ao normal, mesmo nos países centrais, onde tudo começou.
Bem, mas eu gostaria de comentar sobre outra crise. Uma crise do dia-a-dia, com a qual convivemos diariamente e que não se tem visto nenhum alarde maior sobre a mesma, e que é tão preocupante quanto à crise importada dos americanos do norte.
Estou me referindo mais propriamente da crise do país chamado Brasil. Da educação miserável que temos, da má remuneração dos professores, da violência nas cidades, das estradas ruins e esburacadas. Da saúde dos brasileiros e da saúde dos hospitais com filas imensas, descaso no atendimento e da falta de estrutura operacional e administrativa. Da crise da gripe comum que somente no ano passado matou mais de quatro mil pessoas em todo o país, da dengue que ainda não foi totalmente resolvida e, que infelizmente, ainda destrói vidas de brasileiros todos os dias, da gripe suína que vem eliminando vidas e perturbando todo tipo de relações dentro das escolas, dentro das igrejas e no fluxo do turismo interno e externo.
Falo ainda da crise política e dos políticos, nas cidades, nos estados, e principalmente, na esfera federal, onde a desordem corre solta.
Mas sobram crises para todos os lados. Crise moral, crise de caráter, crise cultural, crise comportamental e crise no trânsito. Crise legislativa que não somente produz quanto convive, com leis antiquadas para uma sociedade dita moderna para os padrões atuais, etc.
Lembro-me ainda da crise dos impostos, elevadíssimos para os padrões de renda nacional. Da crise da jurisprudência, da morosidade da justiça e dos incontáveis casos não resolvidos e indecifráveis que levam pessoas ou cidadãos a passarem pela vida sem uma resolução plausível judicialmente. Vai ainda à lembrança da crise da previdência, do salário dos aposentados, contraposto ao excessivo salário pago às classes “dirigentes e representativas” do país.
Sem esquecer-se das crises das drogas e dos drogados. Da crise das favelas e dos favelados onde se vê esgoto a céu aberto e precariedade das moradias, etc.
Quanta crise não? Parece que tudo isto não existe e que estamos nos melhores dos mundos, segundo a linguagem da política e dos políticos.
Pense nisso! E saia da sua crise.
Prognósticos dão conta de que tudo começa a voltar ao normal, mesmo nos países centrais, onde tudo começou.
Bem, mas eu gostaria de comentar sobre outra crise. Uma crise do dia-a-dia, com a qual convivemos diariamente e que não se tem visto nenhum alarde maior sobre a mesma, e que é tão preocupante quanto à crise importada dos americanos do norte.
Estou me referindo mais propriamente da crise do país chamado Brasil. Da educação miserável que temos, da má remuneração dos professores, da violência nas cidades, das estradas ruins e esburacadas. Da saúde dos brasileiros e da saúde dos hospitais com filas imensas, descaso no atendimento e da falta de estrutura operacional e administrativa. Da crise da gripe comum que somente no ano passado matou mais de quatro mil pessoas em todo o país, da dengue que ainda não foi totalmente resolvida e, que infelizmente, ainda destrói vidas de brasileiros todos os dias, da gripe suína que vem eliminando vidas e perturbando todo tipo de relações dentro das escolas, dentro das igrejas e no fluxo do turismo interno e externo.
Falo ainda da crise política e dos políticos, nas cidades, nos estados, e principalmente, na esfera federal, onde a desordem corre solta.
Mas sobram crises para todos os lados. Crise moral, crise de caráter, crise cultural, crise comportamental e crise no trânsito. Crise legislativa que não somente produz quanto convive, com leis antiquadas para uma sociedade dita moderna para os padrões atuais, etc.
Lembro-me ainda da crise dos impostos, elevadíssimos para os padrões de renda nacional. Da crise da jurisprudência, da morosidade da justiça e dos incontáveis casos não resolvidos e indecifráveis que levam pessoas ou cidadãos a passarem pela vida sem uma resolução plausível judicialmente. Vai ainda à lembrança da crise da previdência, do salário dos aposentados, contraposto ao excessivo salário pago às classes “dirigentes e representativas” do país.
Sem esquecer-se das crises das drogas e dos drogados. Da crise das favelas e dos favelados onde se vê esgoto a céu aberto e precariedade das moradias, etc.
Quanta crise não? Parece que tudo isto não existe e que estamos nos melhores dos mundos, segundo a linguagem da política e dos políticos.
Pense nisso! E saia da sua crise.
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