Acredito que você, caro leitor não conheça CHRISTOPHER LANGAN. Pois bem, ele é um americano de 51 anos, que ficou conhecido desde o final dos anos noventas como o homem mais inteligente da América.
Testes realizados pelos norte-americanos, mostraram que LANGAN tinha um QI 195, enquanto o cérebro de ALBERT EINSTEIN, o gênio que revolucionou a Física, tinha um QI de 150. Portanto, qualquer um que tenha QI acima de 150 é considerado gênio.
Bem, apesar dessa enorme vantagem comparativa, LANGAN passou parte da vida trabalhando como porteiro. Nas horas vagas estudava Física e Filosofia por conta própria. Nunca conseguiu passar do colégio.
Nasceu numa família miserável, e as duas bolsas que ganhou para a universidade ele as perdeu, com um boletim cheio de As, porque lhe faltava apoio material e afetivo para prosseguir. Numa dessas ocasiões, a mãe, desinteressada, não assinou um atestado confirmando que a família continuava pobre.
Com essa história triste, o escritor MALCOLM GLADWELL abre o terceiro capítulo de seu livro: FORA DE SÉRIE, A HISTÓRIA DO SUCESSO.
Já MALCOLM GLADWELL, um inglês obcecado por entender por que algumas pessoas se dão bem na vida, afirma:
“Nós somos focados demais no indivíduo. Para realmente entendermos os fora de série, temos de olhar ao redor deles: para a cultura, para a família, para a comunidade e para a geração deles. O sucesso é resultado de talento, muito trabalho, apoio e sorte, muita sorte”. GLADWELL concluiu então, que a excelência em qualquer atividade decorre da prática de cerca de 10.000 HORAS.
Como exemplo, ele comenta sobre o fundador da Microsoft que criou uma empresa do zero e tornou-se o homem mais rico do mundo graças à qualidade do seu cérebro e à força de sua personalidade. Mas seria apenas isso?
Não! Claro que não! GLADWELL pesquisou e concluiu que Gates só se tornou Gates devido à seqüência de acidentes que fez com que ele, aos 20 anos de idade, fosse o sujeito de sua geração com a maior experiência em programação desde os 13 anos, quando foi estudar numa cara escola onde havia um raríssimo terminal de computador de grande porte. Ele mergulhou na novidade e nunca mais saiu. Aos 15 anos era pago para testar programas para empresas. Aos 16, passava 30 horas por semana, sete dias por semana, escrevendo seus próprios programas. Quando fundou a Microsoft em 1975, tinha mais de 10 mil horas de treino em programação. Esse sucesso é explicado por apoio social e, sobretudo, por apoio familiar!
Baseado na sua idéia das 10.000 HORAS, GLADWELL afirma: são necessárias circunstâncias especiais para que as pessoas consigam esse tipo de dedicação. Pois é um tempo enorme!
Bill Gates, era filho de um advogado importante e neto de banqueiros, é o resultado de uma conspiração de circunstâncias favoráveis. Elas permitiram que ele, aos 20 anos, estivesse no ponto certo da história com 10 mil horas de prática de programação. Isso permitiu que, literalmente, inventasse a indústria de software.
Em seu livro, GLADWELL cita também o caso de PELÉ, que se tornou o jogador mais consagrado da história do futebol, principalmente porque teve desde pequeno o apoio de seu pai, um centroavante profissional, que insistiu desde cedo em aperfeiçoar a técnica do filho.
Pelé, aos 12 anos de idade, já era proibido de passar do meio da quadra de futebol de salão. Se avançasse com a bola, invariavelmente seria gol. As circunstâncias também o foram favoráveis, pois teve a sorte de jogar num dos melhores clubes de futebol juvenil do país. O convívio com craques profissionais fez desabrochar o talento do menino. Mas ele treinava mais do que todos os outros jogadores e insistia sempre em ensaiar jogadas. Pelé é um gênio do futebol mais teve também muita sorte!
Talvez o leitor não saiba, mas MAURICE CARLOS DE OLIVEIRA, o Marinho, na adolescência, jogava futebol com Pelé. Todos achavam que ele e Pelé seriam jogadores da Seleção, inclusive o técnico deles, Waldemar de Brito. Mas a família de classe média de Marinho não queria um filho futebolista, e as circunstâncias não o ajudaram. Marinho acabou formado em Administração e hoje é aposentado do Banco do Brasil.
GLADWELL, para sustentar sua idéia das 10 MIL HORAS, cita vários outros casos, como MACHADO DE ASSIS, OS BEATLES, MADONA, EIKE BATISTA, entre outros. Todos eles, sem exceção, tinham mais de 10 mil horas de treino quando se consagraram mundialmente.
sábado, 5 de setembro de 2009
domingo, 23 de agosto de 2009
Sucessão Presidencial 2010
Podemos dizer que no calendário da maioria da população brasileira a eleição presidencial ainda está muito distante, e que somente a partir de julho ou agosto do próximo ano é que a maior parte dos eleitores começará, de fato, a prestar mais atenção ao tema.
Para a classe política, porém, a eleição já está logo ali, na esquina mais próxima, isto porque até 2010, não estará em jogo apenas a presidência da república, mas também, todos os cargos para deputados federais, estaduais, governadores de estado e dois terços do senado. Portanto, será uma eleição abrangente. Contudo, a disputa mais importante é para a presidência da república, pois é ela que mobiliza, de fato, os altos círculos da política nacional.
E com relação à eleição presidencial o momento é de preparação de candidaturas e de articulação de alianças, onde no campo governista, afora algum imprevisto, está definido que a candidata principal a suceder o presidente Lula será mesmo o da Ministra Dilma Rousseff. Já na oposição a disputa entre os governadores José Serra e Aécio Neves só deve ser resolvida no começo de 2010. Entretanto, a posição privilegiada de Serra nas pesquisas lhe confere o favoritismo no embate tucano.
Atualmente, especulações crescentes em torno da possibilidade do deputado Ciro Gomes desistir da candidatura presidencial para disputar o governo de São Paulo, pareciam apontar para uma eleição polarizada desde o primeiro turno, entre Dilma Roussef e provavelmente José Serra. Mas surpresas ainda podem ocorrer. Por exemplo: há sinais de que a ex-ministra Marina Silva pode sair candidata através do Partido Verde. E a disposição de Marina Silva, em sair candidata, parece até ter mudado novamente os planos de Ciro Gomes, que está disposto agora a voltar à corrida presidencial. Entretanto, os candidatos mais fortes com condições concretas de vitória são Dilma e Serra.
A última pesquisa Datafolha, trouxe José Serra (PSDB) com 37% das intenções de voto, Dilma Roussef (Casa Civil) com 16%, o deputado federal Ciro Gomes (PSB) com 15%, Heloísa Helena (PSOL) com 12% e Marina Silva (atualmente sem partido) com 3%, com margem de erro de 2% para mais ou para menos.
Comece então a avaliar desde agora a postura e o desempenho de seu novo candidato para o rol de cargos a que você terá direito a votar em 2010, afinal, tanto o seu voto, quanto o meu tem participação em tudo o que ocorre de bom ou ruim no executivo e no legislativo do país, em todos os níveis que ocorra a eleição.
Pense nisso!
Para a classe política, porém, a eleição já está logo ali, na esquina mais próxima, isto porque até 2010, não estará em jogo apenas a presidência da república, mas também, todos os cargos para deputados federais, estaduais, governadores de estado e dois terços do senado. Portanto, será uma eleição abrangente. Contudo, a disputa mais importante é para a presidência da república, pois é ela que mobiliza, de fato, os altos círculos da política nacional.
E com relação à eleição presidencial o momento é de preparação de candidaturas e de articulação de alianças, onde no campo governista, afora algum imprevisto, está definido que a candidata principal a suceder o presidente Lula será mesmo o da Ministra Dilma Rousseff. Já na oposição a disputa entre os governadores José Serra e Aécio Neves só deve ser resolvida no começo de 2010. Entretanto, a posição privilegiada de Serra nas pesquisas lhe confere o favoritismo no embate tucano.
Atualmente, especulações crescentes em torno da possibilidade do deputado Ciro Gomes desistir da candidatura presidencial para disputar o governo de São Paulo, pareciam apontar para uma eleição polarizada desde o primeiro turno, entre Dilma Roussef e provavelmente José Serra. Mas surpresas ainda podem ocorrer. Por exemplo: há sinais de que a ex-ministra Marina Silva pode sair candidata através do Partido Verde. E a disposição de Marina Silva, em sair candidata, parece até ter mudado novamente os planos de Ciro Gomes, que está disposto agora a voltar à corrida presidencial. Entretanto, os candidatos mais fortes com condições concretas de vitória são Dilma e Serra.
A última pesquisa Datafolha, trouxe José Serra (PSDB) com 37% das intenções de voto, Dilma Roussef (Casa Civil) com 16%, o deputado federal Ciro Gomes (PSB) com 15%, Heloísa Helena (PSOL) com 12% e Marina Silva (atualmente sem partido) com 3%, com margem de erro de 2% para mais ou para menos.
Comece então a avaliar desde agora a postura e o desempenho de seu novo candidato para o rol de cargos a que você terá direito a votar em 2010, afinal, tanto o seu voto, quanto o meu tem participação em tudo o que ocorre de bom ou ruim no executivo e no legislativo do país, em todos os níveis que ocorra a eleição.
Pense nisso!
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Os Caminhos da Web 2.0
Os internautas mais ativos, certamente, conhecem, utilizam e participam ativamente do Orkut, YouTube, MSN, Blogs, MP3, dentre outras ferramentas na internet. Por certo já incorporaram essas atividades em suas vidas, sejam: para namorar, fazer amigos, baixar músicas, filmes, etc.
Porém, uma das mais recentes novidades na rede é o Web 2.0 – um conceito que vem, cada vez mais, crescendo nas corporações que precisam interagir com seus mundos: interno e externo. Um estudo da empresa McKinsey aponta que 70% de um conjunto de aproximadamente 700 empresas pesquisadas em todo o mundo já a utilizam no dia-a-dia de seus negócios.
Mas, em que consiste essa idéia? Web 2.0 - é um conceito no qual se pode criar ambientes de maior interação e inovação, através da colaboração entre funcionários, consumidores, usuários de sites ou mesmo empresas, sejam de quaisquer áreas de atuação. Como exemplo, podemos citar sites como Wikipédia, onde o conhecimento do usuário pode aperfeiçoar seu conteúdo, assim como serviços empresariais para anunciar promoções como Webcasts (transmissão de dados em áudio e vídeo via internet), blogs (página pessoal atualizada com freqüência), podcasts (publicação de arquivos de mídia digital como áudio, vídeo, foto, papers e rádio).
Portanto, podemos dizer que o tema marca uma nova era, onde os sites deixam de ser estáticos e passam a proporcionar cada vez mais interatividade com o usuário, o que os especialistas chamam de coletividade, participação e compartilhamento, premissas dessa nova geração da Internet.
Todo tipo de empresa pode tirar proveito deste conceito. Desde pequenas, que precisam agregar agilidade a processos de inovação envolvendo parceiros e clientes, passando pelas grandes, que necessitam tirar proveito do capital intelectual de seus funcionários, aproximando-os de todos os participantes da cadeia de valor, além de empresas do setor público, que devam oferecer maior transparência, formas inovadoras de oferecer e facilitar a localização e seus serviços, e tornar o cidadão um contribuinte para a melhoria dos serviços, etc.
Os benefícios da Web 2.0 são muitos, como o fomento à colaboração e à inovação; temas que incluem novos paradigmas para pesquisa e desenvolvimento de produtos e serviços; novos canais de comunicação com consumidores e parceiros de negócio, além de maior produtividade.
Além desses, destacam-se as possibilidades de utilização de conceitos como “mash ups” (combinação de aplicativos diferentes pela internet), para criação rápida de novas aplicações; redução de custos com viagens e telefonia ao adotar padrões de colaboração para construção de documentos via Web, como “wikis” (identificador de um tipo específico de coleção de documentos em hipertexto); ou mesmo para facilitar a localização de conhecimento e pessoas através de ferramentas corporativas de social “bookmarking” (guardador de favoritos); levando a criação de uma “folksonomia” corporativa (indexador de informações e conteúdos).
Como tudo isso é apenas o começo de novas gerações de ferramentas de uso na internet, podemos acrescentar ainda a possibilidade de criação de modelos de negócios que privilegiem as comunidades de redes sociais como YouTube (compartilhamento de vídeos em formato digital) e o MySpace (mistura de blog com orkut e com youtube, fazendo uma rede interativa de fotos, blogs e perfis de usuários).
Ótimas navegações!
Porém, uma das mais recentes novidades na rede é o Web 2.0 – um conceito que vem, cada vez mais, crescendo nas corporações que precisam interagir com seus mundos: interno e externo. Um estudo da empresa McKinsey aponta que 70% de um conjunto de aproximadamente 700 empresas pesquisadas em todo o mundo já a utilizam no dia-a-dia de seus negócios.
Mas, em que consiste essa idéia? Web 2.0 - é um conceito no qual se pode criar ambientes de maior interação e inovação, através da colaboração entre funcionários, consumidores, usuários de sites ou mesmo empresas, sejam de quaisquer áreas de atuação. Como exemplo, podemos citar sites como Wikipédia, onde o conhecimento do usuário pode aperfeiçoar seu conteúdo, assim como serviços empresariais para anunciar promoções como Webcasts (transmissão de dados em áudio e vídeo via internet), blogs (página pessoal atualizada com freqüência), podcasts (publicação de arquivos de mídia digital como áudio, vídeo, foto, papers e rádio).
Portanto, podemos dizer que o tema marca uma nova era, onde os sites deixam de ser estáticos e passam a proporcionar cada vez mais interatividade com o usuário, o que os especialistas chamam de coletividade, participação e compartilhamento, premissas dessa nova geração da Internet.
Todo tipo de empresa pode tirar proveito deste conceito. Desde pequenas, que precisam agregar agilidade a processos de inovação envolvendo parceiros e clientes, passando pelas grandes, que necessitam tirar proveito do capital intelectual de seus funcionários, aproximando-os de todos os participantes da cadeia de valor, além de empresas do setor público, que devam oferecer maior transparência, formas inovadoras de oferecer e facilitar a localização e seus serviços, e tornar o cidadão um contribuinte para a melhoria dos serviços, etc.
Os benefícios da Web 2.0 são muitos, como o fomento à colaboração e à inovação; temas que incluem novos paradigmas para pesquisa e desenvolvimento de produtos e serviços; novos canais de comunicação com consumidores e parceiros de negócio, além de maior produtividade.
Além desses, destacam-se as possibilidades de utilização de conceitos como “mash ups” (combinação de aplicativos diferentes pela internet), para criação rápida de novas aplicações; redução de custos com viagens e telefonia ao adotar padrões de colaboração para construção de documentos via Web, como “wikis” (identificador de um tipo específico de coleção de documentos em hipertexto); ou mesmo para facilitar a localização de conhecimento e pessoas através de ferramentas corporativas de social “bookmarking” (guardador de favoritos); levando a criação de uma “folksonomia” corporativa (indexador de informações e conteúdos).
Como tudo isso é apenas o começo de novas gerações de ferramentas de uso na internet, podemos acrescentar ainda a possibilidade de criação de modelos de negócios que privilegiem as comunidades de redes sociais como YouTube (compartilhamento de vídeos em formato digital) e o MySpace (mistura de blog com orkut e com youtube, fazendo uma rede interativa de fotos, blogs e perfis de usuários).
Ótimas navegações!
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Crise e Vida Real
A crise chegou é bem verdade. Varreu empregos, baixou o nível de produção em determinados setores da economia, outros nem tanto. Diminuiu o crédito aos mortais, etc. Mas está aí.
Prognósticos dão conta de que tudo começa a voltar ao normal, mesmo nos países centrais, onde tudo começou.
Bem, mas eu gostaria de comentar sobre outra crise. Uma crise do dia-a-dia, com a qual convivemos diariamente e que não se tem visto nenhum alarde maior sobre a mesma, e que é tão preocupante quanto à crise importada dos americanos do norte.
Estou me referindo mais propriamente da crise do país chamado Brasil. Da educação miserável que temos, da má remuneração dos professores, da violência nas cidades, das estradas ruins e esburacadas. Da saúde dos brasileiros e da saúde dos hospitais com filas imensas, descaso no atendimento e da falta de estrutura operacional e administrativa. Da crise da gripe comum que somente no ano passado matou mais de quatro mil pessoas em todo o país, da dengue que ainda não foi totalmente resolvida e, que infelizmente, ainda destrói vidas de brasileiros todos os dias, da gripe suína que vem eliminando vidas e perturbando todo tipo de relações dentro das escolas, dentro das igrejas e no fluxo do turismo interno e externo.
Falo ainda da crise política e dos políticos, nas cidades, nos estados, e principalmente, na esfera federal, onde a desordem corre solta.
Mas sobram crises para todos os lados. Crise moral, crise de caráter, crise cultural, crise comportamental e crise no trânsito. Crise legislativa que não somente produz quanto convive, com leis antiquadas para uma sociedade dita moderna para os padrões atuais, etc.
Lembro-me ainda da crise dos impostos, elevadíssimos para os padrões de renda nacional. Da crise da jurisprudência, da morosidade da justiça e dos incontáveis casos não resolvidos e indecifráveis que levam pessoas ou cidadãos a passarem pela vida sem uma resolução plausível judicialmente. Vai ainda à lembrança da crise da previdência, do salário dos aposentados, contraposto ao excessivo salário pago às classes “dirigentes e representativas” do país.
Sem esquecer-se das crises das drogas e dos drogados. Da crise das favelas e dos favelados onde se vê esgoto a céu aberto e precariedade das moradias, etc.
Quanta crise não? Parece que tudo isto não existe e que estamos nos melhores dos mundos, segundo a linguagem da política e dos políticos.
Pense nisso! E saia da sua crise.
Prognósticos dão conta de que tudo começa a voltar ao normal, mesmo nos países centrais, onde tudo começou.
Bem, mas eu gostaria de comentar sobre outra crise. Uma crise do dia-a-dia, com a qual convivemos diariamente e que não se tem visto nenhum alarde maior sobre a mesma, e que é tão preocupante quanto à crise importada dos americanos do norte.
Estou me referindo mais propriamente da crise do país chamado Brasil. Da educação miserável que temos, da má remuneração dos professores, da violência nas cidades, das estradas ruins e esburacadas. Da saúde dos brasileiros e da saúde dos hospitais com filas imensas, descaso no atendimento e da falta de estrutura operacional e administrativa. Da crise da gripe comum que somente no ano passado matou mais de quatro mil pessoas em todo o país, da dengue que ainda não foi totalmente resolvida e, que infelizmente, ainda destrói vidas de brasileiros todos os dias, da gripe suína que vem eliminando vidas e perturbando todo tipo de relações dentro das escolas, dentro das igrejas e no fluxo do turismo interno e externo.
Falo ainda da crise política e dos políticos, nas cidades, nos estados, e principalmente, na esfera federal, onde a desordem corre solta.
Mas sobram crises para todos os lados. Crise moral, crise de caráter, crise cultural, crise comportamental e crise no trânsito. Crise legislativa que não somente produz quanto convive, com leis antiquadas para uma sociedade dita moderna para os padrões atuais, etc.
Lembro-me ainda da crise dos impostos, elevadíssimos para os padrões de renda nacional. Da crise da jurisprudência, da morosidade da justiça e dos incontáveis casos não resolvidos e indecifráveis que levam pessoas ou cidadãos a passarem pela vida sem uma resolução plausível judicialmente. Vai ainda à lembrança da crise da previdência, do salário dos aposentados, contraposto ao excessivo salário pago às classes “dirigentes e representativas” do país.
Sem esquecer-se das crises das drogas e dos drogados. Da crise das favelas e dos favelados onde se vê esgoto a céu aberto e precariedade das moradias, etc.
Quanta crise não? Parece que tudo isto não existe e que estamos nos melhores dos mundos, segundo a linguagem da política e dos políticos.
Pense nisso! E saia da sua crise.
terça-feira, 28 de julho de 2009
O Sucesso Não Ocorre por Acaso
O sucesso não ocorre por acaso porque você é o realizador de seus sonhos, o administrador de seus objetivos e o gerenciador de suas metas. Por isso, vão aqui dez dicas para o estudante de hoje.
1. Não Perca Tempo:
Na volta às aulas é hora de rever amigos e por a conversa em dia. Mas tem gente que estica esse clima de festa até a primeira prova, quando só então cai na real e tem que estudar em cima da hora, ameaçando o aprendizado real.
2. Conheça o Seu Jeito:
Disperso, concentrado, organizado, bagunceiro. O importante é que o aluno faça uma auto-análise para identificar suas dificuldades.
3. Organize seu Cantinho:
Não é preciso muito espaço. O mais importante é ter um cantinho em casa organizado para estudar, com tudo à mão, desde livros e apostilas, a canetas e borrachas, etc. Não há estudo que resista a um espaço bagunçado.
4. Monte seu Horário:
É hora de organizar o horário de estudo em casa. É fácil. É só seguir o mesmo quadro de aulas do colégio, estudando as mesmas matérias dadas no dia, para rever o que o professor deu e fixar o conteúdo. O ideal é intercalar disciplinas exatas com humanas, para evitar o cansaço.
5. Aproveite a Aula:
Para ter tempo de ir à academia, freqüentar o inglês particular e ainda navegar pela internet, a dica é transformar hora-aula em hora-estudo. Como? Lendo antes o que o professor vai dar na aula, um hábito pouco comum, mas que vale ouro. Fazendo essa leitura prévia o aluno tem subsídio para acompanhar melhor o professor em sala de aula e motivos para fazer perguntas e tirar dúvidas. Depois é só fazer os exercícios em casa para verificar sua aprendizagem.
6. Use o Livro:
Muita gente se limita aos esquemas do professor, chegando ao fim do ano com os livros intactos. É importante usá-los, para aprofundar o conhecimento, fazer relações com a aula e em muitos casos com o cotidiano.
7. Escolhas suas Técnicas:
Ler em voz alta em casa, grifar as partes mais importantes do texto, fazer resumos, montar esquemas. Tudo isso pode ajudar o estudo, mas depende de cada um.
8. Contenha o Impulso:
Na hora da prova ou do exercício, contenha a impulsividade. Ela também causa desorganização. Quem mal acaba de ouvir o professor ou ler um enunciado e quer logo resolver a questão no impulso pode se dar mal.
9. Regule seu Relógio:
Falar em horas de estudo por dia é relativo. Organize seu tempo de acordo com o seu ritmo.
10. Não se Engane:
Seguindo esses passos a matéria não vai ficar acumulada e ninguém vai precisar de se desesperar de bobeira. Basta cumprir esses pontos, sem deixar as coisas para depois.
Bons estudos e sucesso!
1. Não Perca Tempo:
Na volta às aulas é hora de rever amigos e por a conversa em dia. Mas tem gente que estica esse clima de festa até a primeira prova, quando só então cai na real e tem que estudar em cima da hora, ameaçando o aprendizado real.
2. Conheça o Seu Jeito:
Disperso, concentrado, organizado, bagunceiro. O importante é que o aluno faça uma auto-análise para identificar suas dificuldades.
3. Organize seu Cantinho:
Não é preciso muito espaço. O mais importante é ter um cantinho em casa organizado para estudar, com tudo à mão, desde livros e apostilas, a canetas e borrachas, etc. Não há estudo que resista a um espaço bagunçado.
4. Monte seu Horário:
É hora de organizar o horário de estudo em casa. É fácil. É só seguir o mesmo quadro de aulas do colégio, estudando as mesmas matérias dadas no dia, para rever o que o professor deu e fixar o conteúdo. O ideal é intercalar disciplinas exatas com humanas, para evitar o cansaço.
5. Aproveite a Aula:
Para ter tempo de ir à academia, freqüentar o inglês particular e ainda navegar pela internet, a dica é transformar hora-aula em hora-estudo. Como? Lendo antes o que o professor vai dar na aula, um hábito pouco comum, mas que vale ouro. Fazendo essa leitura prévia o aluno tem subsídio para acompanhar melhor o professor em sala de aula e motivos para fazer perguntas e tirar dúvidas. Depois é só fazer os exercícios em casa para verificar sua aprendizagem.
6. Use o Livro:
Muita gente se limita aos esquemas do professor, chegando ao fim do ano com os livros intactos. É importante usá-los, para aprofundar o conhecimento, fazer relações com a aula e em muitos casos com o cotidiano.
7. Escolhas suas Técnicas:
Ler em voz alta em casa, grifar as partes mais importantes do texto, fazer resumos, montar esquemas. Tudo isso pode ajudar o estudo, mas depende de cada um.
8. Contenha o Impulso:
Na hora da prova ou do exercício, contenha a impulsividade. Ela também causa desorganização. Quem mal acaba de ouvir o professor ou ler um enunciado e quer logo resolver a questão no impulso pode se dar mal.
9. Regule seu Relógio:
Falar em horas de estudo por dia é relativo. Organize seu tempo de acordo com o seu ritmo.
10. Não se Engane:
Seguindo esses passos a matéria não vai ficar acumulada e ninguém vai precisar de se desesperar de bobeira. Basta cumprir esses pontos, sem deixar as coisas para depois.
Bons estudos e sucesso!
domingo, 12 de julho de 2009
Entrevista para Emprego
Não deixe a crise apagar você. Tente seu novo emprego seguindo os passos abaixo para sair-se bem nas entrevistas.
1. Como agir:
Nunca misture problemas pessoais com a necessidade do emprego; valorize o trabalho e o emprego.
Concentre-se na função que está sendo discutida, não divague; cumpra os horários combinados.
Mostre motivação à sua profissão e gosto pelo trabalho; procure desviar dos assuntos que você se sinta inseguro.
Contorne seus pontos fracos proativamente. Ex: fala inglês? Não, mas falo o espanhol.
Cuide da postura de seu corpo. Fale com a cabeça na posição correta. Nunca abaixada ou erguida demais.
Olhe sempre nos olhos do entrevistador; Nunca gritar, ou falar baixo demais.
Não se antecipe às perguntas com outros assuntos; aguarde o momento certo para falar.
Seja honesto (no que você já fez e no que tem certeza que pode fazer); se não sabe a resposta correta para alguma pergunta, simplesmente, responda ao entrevistado que não tem conhecimento sobre o que está sendo perguntado.
É melhor falar a verdade, que arriscar em dar uma resposta duvidosa, que você não pode comprovar mais tarde.
Procure conhecer e obter informações sobre a empresa na qual estará participando do processo de seleção, antes da entrevista.
Demonstre coragem para novos desafios, sempre com os pés no chão; questione o entrevistador a respeito dos objetivos e planos da empresa e sobre as características da função pretendida.
2. Como se apresentar para uma entrevista:
Procure chegar 20 minutos antes do horário marcado e se apresentar 10 minutos antes do horário combinado; relaxe e elimine o aspecto suado, ansioso, apressado etc.
Use roupa adequada à função que pretende trabalhar e sapatos engraxados; as mulheres não devem usar blusa transparente ou decotada, bem como saia curta, porém, higiene pessoal caprichada; cabelos cortados, arrumados e penteados e unhas bem cuidadas.
Não fume durante a entrevista; seja cordial com todas as pessoas da empresa, inclusive com o entrevistador.
Não masque chicletes; não beba no dia anterior e no dia da entrevista; não coma alho ou cebola no dia da entrevista.
Nunca use óculos de sol durante a entrevista; não leve pai ou mãe na entrevista; cuidar da concordância verbal e não use gírias ou palavrões.
3. O que falar numa entrevista:
Fale sempre a verdade; seja lógico, breve, simples e objetivo.
4. O que não falar numa entrevista:
Não reclame da localização da empresa; não aponte aspectos negativos das atividades da empresa.
Não reclame dos seus problemas pessoais; nem fale deles; não reclame do emprego anterior, nem dos colegas ou ex-chefe;
Não discuta política, religião, esportes etc; não fale do assunto salário, antes da hora certa.
Confira algumas exemplos de perguntas que normalmente são feitas durante uma entrevista de emprego e como se sair bem nas respostas:
a) O que o levou a enviar o seu currículo a esta empresa?
Demonstre que tem conhecimento sobre a empresa e que o posicionamento dela a torna de elevado interesse para qualquer profissional.
b) Por que você está deixando seu emprego atual?
Se estiver empregado, deve dizer que busca novos desafios e oportunidades. Não fale mal da empresa atual. Se estiver desempregado, conte a verdade. Caso tenha sido demitido por um corte de custos, diga isso com todas as letras. Se o motivo for outro, diga que cometeu um erro, que aprendeu a lição e que não repetirá essa falha. Essa resposta deve ser a mais curta possível.
c) Quanto quer ganhar?
Se você está empregado, seu poder de barganha é grande e você pode dizer que espera ganhar mais do que hoje. Explique sua remuneração direta e benefícios, mas evite dar uma cifra. Se estiver desempregado, a melhor resposta é: “sou flexível. Gostaria de ganhar de acordo com o mercado. Em meu último emprego ganhava o seguinte...”
d) Quais são seus objetivos de longo prazo?
Seja direto: “ser diretor da área tal”, por exemplo.
e) Quais são seus objetivos de curto prazo?
Seja específico: “ser gerente da área tal”, por exemplo.
f) O que você procura num emprego?
“Desafio, envolvimento e chance de contribuir com a empresa” é uma boa resposta.
g) Por que você acha que nós devemos contratá-lo?
Esta é a hora de explicar como você pode, com sua experiência e seu desempenho, gerar lucros para a empresa.
h) Você é capaz de trabalhar sob pressão e com prazos definidos?
Diga que sim e cite exemplos.
i)Qual seu ponto forte?
Fale de características universalmente desejadas: entusiasmo, persistência, dedicação, responsabilidade e competência técnica.
j) Qual seu ponto fraco?
Nunca mencione algo muito negativo. Responda coisas positivas, como ser exigente demais ou perfeccionista.
k) Você se prontificaria a substituir seu chefe?
A melhor resposta para esse tipo de pergunta é: “sem dúvida. Sou ambicioso e quero crescer”.
l) Quanto tempo pretende ficar conosco?
Enquanto for possível crescer e contribuir com a empresa.
m) O que você acha do seu chefe anterior?
Não fale mal de ninguém. Diga algo como “acho que ele é um profissional muito competente”.
n) Do que você não gostava no seu emprego anterior?
Diga que gostava. Não se queixe.
o) Se você pudesse começar tudo de novo na sua carreira (ou na sua vida), o que faria diferente?
Mostre que você é uma pessoa segura e diga que não mudaria nada de essencial na sua trajetória profissional, se tivesse chance.
1. Como agir:
Nunca misture problemas pessoais com a necessidade do emprego; valorize o trabalho e o emprego.
Concentre-se na função que está sendo discutida, não divague; cumpra os horários combinados.
Mostre motivação à sua profissão e gosto pelo trabalho; procure desviar dos assuntos que você se sinta inseguro.
Contorne seus pontos fracos proativamente. Ex: fala inglês? Não, mas falo o espanhol.
Cuide da postura de seu corpo. Fale com a cabeça na posição correta. Nunca abaixada ou erguida demais.
Olhe sempre nos olhos do entrevistador; Nunca gritar, ou falar baixo demais.
Não se antecipe às perguntas com outros assuntos; aguarde o momento certo para falar.
Seja honesto (no que você já fez e no que tem certeza que pode fazer); se não sabe a resposta correta para alguma pergunta, simplesmente, responda ao entrevistado que não tem conhecimento sobre o que está sendo perguntado.
É melhor falar a verdade, que arriscar em dar uma resposta duvidosa, que você não pode comprovar mais tarde.
Procure conhecer e obter informações sobre a empresa na qual estará participando do processo de seleção, antes da entrevista.
Demonstre coragem para novos desafios, sempre com os pés no chão; questione o entrevistador a respeito dos objetivos e planos da empresa e sobre as características da função pretendida.
2. Como se apresentar para uma entrevista:
Procure chegar 20 minutos antes do horário marcado e se apresentar 10 minutos antes do horário combinado; relaxe e elimine o aspecto suado, ansioso, apressado etc.
Use roupa adequada à função que pretende trabalhar e sapatos engraxados; as mulheres não devem usar blusa transparente ou decotada, bem como saia curta, porém, higiene pessoal caprichada; cabelos cortados, arrumados e penteados e unhas bem cuidadas.
Não fume durante a entrevista; seja cordial com todas as pessoas da empresa, inclusive com o entrevistador.
Não masque chicletes; não beba no dia anterior e no dia da entrevista; não coma alho ou cebola no dia da entrevista.
Nunca use óculos de sol durante a entrevista; não leve pai ou mãe na entrevista; cuidar da concordância verbal e não use gírias ou palavrões.
3. O que falar numa entrevista:
Fale sempre a verdade; seja lógico, breve, simples e objetivo.
4. O que não falar numa entrevista:
Não reclame da localização da empresa; não aponte aspectos negativos das atividades da empresa.
Não reclame dos seus problemas pessoais; nem fale deles; não reclame do emprego anterior, nem dos colegas ou ex-chefe;
Não discuta política, religião, esportes etc; não fale do assunto salário, antes da hora certa.
Confira algumas exemplos de perguntas que normalmente são feitas durante uma entrevista de emprego e como se sair bem nas respostas:
a) O que o levou a enviar o seu currículo a esta empresa?
Demonstre que tem conhecimento sobre a empresa e que o posicionamento dela a torna de elevado interesse para qualquer profissional.
b) Por que você está deixando seu emprego atual?
Se estiver empregado, deve dizer que busca novos desafios e oportunidades. Não fale mal da empresa atual. Se estiver desempregado, conte a verdade. Caso tenha sido demitido por um corte de custos, diga isso com todas as letras. Se o motivo for outro, diga que cometeu um erro, que aprendeu a lição e que não repetirá essa falha. Essa resposta deve ser a mais curta possível.
c) Quanto quer ganhar?
Se você está empregado, seu poder de barganha é grande e você pode dizer que espera ganhar mais do que hoje. Explique sua remuneração direta e benefícios, mas evite dar uma cifra. Se estiver desempregado, a melhor resposta é: “sou flexível. Gostaria de ganhar de acordo com o mercado. Em meu último emprego ganhava o seguinte...”
d) Quais são seus objetivos de longo prazo?
Seja direto: “ser diretor da área tal”, por exemplo.
e) Quais são seus objetivos de curto prazo?
Seja específico: “ser gerente da área tal”, por exemplo.
f) O que você procura num emprego?
“Desafio, envolvimento e chance de contribuir com a empresa” é uma boa resposta.
g) Por que você acha que nós devemos contratá-lo?
Esta é a hora de explicar como você pode, com sua experiência e seu desempenho, gerar lucros para a empresa.
h) Você é capaz de trabalhar sob pressão e com prazos definidos?
Diga que sim e cite exemplos.
i)Qual seu ponto forte?
Fale de características universalmente desejadas: entusiasmo, persistência, dedicação, responsabilidade e competência técnica.
j) Qual seu ponto fraco?
Nunca mencione algo muito negativo. Responda coisas positivas, como ser exigente demais ou perfeccionista.
k) Você se prontificaria a substituir seu chefe?
A melhor resposta para esse tipo de pergunta é: “sem dúvida. Sou ambicioso e quero crescer”.
l) Quanto tempo pretende ficar conosco?
Enquanto for possível crescer e contribuir com a empresa.
m) O que você acha do seu chefe anterior?
Não fale mal de ninguém. Diga algo como “acho que ele é um profissional muito competente”.
n) Do que você não gostava no seu emprego anterior?
Diga que gostava. Não se queixe.
o) Se você pudesse começar tudo de novo na sua carreira (ou na sua vida), o que faria diferente?
Mostre que você é uma pessoa segura e diga que não mudaria nada de essencial na sua trajetória profissional, se tivesse chance.
domingo, 5 de julho de 2009
O Desafio dos Casais de se Enriquecerem Juntos
Matéria considerada tabu entre os casais e de aparente dificuldade, vem com o tempo se tornando realidade entre muitos casais brasileiros, como acontece nos países desenvolvidos com relativa facilidade.
Primeiro ponto a considerar é desenvolver uma capacidade de diálogo eficaz. Cultivar a paciência para ouvir e compreender as necessidades e as aspirações um do outro, não colocando os números e as cifras acima do amor e do respeito mútuo. Tudo deve ser colocado em um plano. Às vezes, é melhor buscar objetivos mais modestos e fazer adaptações para se chegar a um termo comum, para tanto, é necessário buscar limites financeiros e ter objetivos comuns.
Faça um orçamento familiar para o ano todo e peça a família para participar. Identifique pontos de despesas desnecessárias e construa uma poupança financeira. Controlar as contas durante o ano é essencial. Procure investir uma parte dos recursos tendo uma discussão a dois em qual aplicação seria mais interessante, fazendo isso com segurança e maturidade. Faça o dinheiro trabalhar para você.
Evite dívidas. Fuja das dívidas tanto no começo como ao longo do ano. Priorize o pagamento das contas inadiáveis e que somam juros quando não são quitadas na data de vencimento. Não acredite em falsas promessas como crédito fácil, supostamente sem juros. Evite fazer outras dívidas para pagar dívidas antigas, pois isso pode virar uma bola de neve e, portanto, impagável. Não comprometa seus rendimentos gastando acima daquilo que pode pagar. Procure fazer balanços periódicos analisando no papel os gastos e o quanto de receitas o casal detêm. Procure saber onde o casal gasta o dinheiro e reduza os gastos desnecessários. Distinga o essencial do supérfluo. Avalie calmamente os itens de consumo tentadores como roupas de grife, carros do ano, inovações tecnológicas, etc.
Escolha a melhor forma de pagar seu impostos. Quem tem dinheiro contado deve pagar seus impostos à vista enquanto aqueles que têm dinheiro sobrando deve pagar parcelado e aplicar o dinheiro onde tenha maior rentabilidade.
O casal deve compreender que a vida não pode ser um processo de escravização ou privação em nome do dinheiro e que o planejamento financeiro depende de estabelecer limite aproximado de gastos mensais e respeitar as regras prévias que foram estabelecidas conjuntamente.
Saibam que não existe fórmula mágica para que um casal enriqueça junto. É preciso achar um meio termo, é como sobremesa, nem todo mundo vai gostar de brigadeiro, manjar, etc. O casal terá de encontrar uma forma de resolver o impasse. É preciso fazer com que a renda aumente dentro do casamento, e que, portanto, não diminua com o aumento dos gastos.
Primeiro ponto a considerar é desenvolver uma capacidade de diálogo eficaz. Cultivar a paciência para ouvir e compreender as necessidades e as aspirações um do outro, não colocando os números e as cifras acima do amor e do respeito mútuo. Tudo deve ser colocado em um plano. Às vezes, é melhor buscar objetivos mais modestos e fazer adaptações para se chegar a um termo comum, para tanto, é necessário buscar limites financeiros e ter objetivos comuns.
Faça um orçamento familiar para o ano todo e peça a família para participar. Identifique pontos de despesas desnecessárias e construa uma poupança financeira. Controlar as contas durante o ano é essencial. Procure investir uma parte dos recursos tendo uma discussão a dois em qual aplicação seria mais interessante, fazendo isso com segurança e maturidade. Faça o dinheiro trabalhar para você.
Evite dívidas. Fuja das dívidas tanto no começo como ao longo do ano. Priorize o pagamento das contas inadiáveis e que somam juros quando não são quitadas na data de vencimento. Não acredite em falsas promessas como crédito fácil, supostamente sem juros. Evite fazer outras dívidas para pagar dívidas antigas, pois isso pode virar uma bola de neve e, portanto, impagável. Não comprometa seus rendimentos gastando acima daquilo que pode pagar. Procure fazer balanços periódicos analisando no papel os gastos e o quanto de receitas o casal detêm. Procure saber onde o casal gasta o dinheiro e reduza os gastos desnecessários. Distinga o essencial do supérfluo. Avalie calmamente os itens de consumo tentadores como roupas de grife, carros do ano, inovações tecnológicas, etc.
Escolha a melhor forma de pagar seu impostos. Quem tem dinheiro contado deve pagar seus impostos à vista enquanto aqueles que têm dinheiro sobrando deve pagar parcelado e aplicar o dinheiro onde tenha maior rentabilidade.
O casal deve compreender que a vida não pode ser um processo de escravização ou privação em nome do dinheiro e que o planejamento financeiro depende de estabelecer limite aproximado de gastos mensais e respeitar as regras prévias que foram estabelecidas conjuntamente.
Saibam que não existe fórmula mágica para que um casal enriqueça junto. É preciso achar um meio termo, é como sobremesa, nem todo mundo vai gostar de brigadeiro, manjar, etc. O casal terá de encontrar uma forma de resolver o impasse. É preciso fazer com que a renda aumente dentro do casamento, e que, portanto, não diminua com o aumento dos gastos.
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