terça-feira, 4 de outubro de 2011

Administrando o Desemprego

Em tempos de crise ou mesmo em tempos de bonança perder o emprego é algo desagradável que pode acontecer a qualquer pessoa. Basta estar empregado para que o risco exista. Porém, algumas precauções durante a vida profissional são necessárias e ajudam a resolver essa difícil situação.
Assim, muitos consultores financeiros aconselham a criação de uma poupança equivalente a pelo menos três meses do seu salário, o que deve se transformar em meta que você deve se esforçar para cumpri-la, claro.
Procure separar todos os meses, no mínimo, cerca de 10% de seus ganhos, o que se tornará uma reserva para eventuais dificuldades.
Dependendo do mercado de trabalho e da estabilidade da economia, a busca pelo trabalho pode levar de três a seis meses – ou mais. Se você perder seu emprego, verifique quais benefícios da empresa ou do governo serão disponibilizados. Informe-se a respeito nos sites: Ministério do Trabalho e Emprego (www.mte.gov.br); Justiça do Trabalho da sua região (www.tst.gov.br) ou no Ministério da Previdência Social, (www.mpas.gov.br).
Fique sempre atento! Se você souber que a sua empresa vai reduzir o quadro de funcionários ou fechar as portas, você dever limitar seus gastos e reduzir suas compras, não titubeie.
Não pague suas contas com atraso. Se você não consegue pagar todas as suas contas, chame seus credores antes de qualquer atraso, explique a sua situação e solicite um plano de pagamento que poderá cumprir, embora você esteja sem trabalho e não tenha como pagar multas por atraso.
Caso você seja obrigado a trabalhar ganhando menos do que ganhava em seu emprego anterior, ajuste seus gastos de acordo com os seus novos rendimentos. Crie um plano realista para os gastos incorridos durante o período em que esteja desempregado.
Procure negociar todas as suas dividas em parcelas que você consiga pagar. É importante frear os juros cobrados em cartões de créditos e cheques especiais. Quanto mais rápida for à negociação, melhor.
Corte contas que, em muitos casos, são desnecessárias, como os celulares pós-pagos, por exemplo. A maioria das operadoras no Brasil possui planos econômicos de contas pré-estipuladas.
Atente-se ao novo orçamento e refaça toda a sua planilha financeira, focando o enxugamento de gastos.
Não se desespere. Esse tempo pode ser utilizado para atualizações e reflexões sobre o seu futuro profissional, o que não deixa de ser uma chance para ter certeza do que você realmente quer fazer de agora em diante.
Um dos principais conselhos para quem está em busca de um novo emprego é: esteja sempre preparado para um rápido discurso (uns 30 segundos) sobre suas capacidades e o que procura. E, durante uma entrevista, é importante especificar todas as formas como você pode ajudar a nova companhia a ultrapassar seus obstáculos.

Boa sorte!

domingo, 25 de setembro de 2011

O Comprador de Macacos e o Mercado de Ações

Uma vez, num vilarejo, apareceu um homem anunciando aos aldeões que compraria macacos por $10 cada um.
Os aldeões, sabendo que havia muitos macacos na região, foram à floresta e iniciaram a caça aos macacos.
O homem comprou centenas de macacos à $10 e então os aldeões diminuíram seu esforço na caça.
Aí, o homem anunciou que agora pagaria $20 por cada macaco e os aldeões renovaram seus esforços e foram novamente à caça.
Logo, os macacos foram escasseando cada vez mais e os aldeões foram desistindo da busca.
A oferta aumentou para $25 e a quantidade de macacos ficou tão pequena que já não havia mais interesse na caça.
O homem então anunciou que agora compraria cada macaco por $50!
Entretanto, teria que ir à cidade grande para resolver negócios urgentes e deixaria seu assistente cuidando do assunto.
Assim que retornasse, na próxima semana pagaria os $50 por cada macaco que eles conseguissem.
Na ausência do homem, seu assistente disse aos aldeões:
- "Olhem todos estes macacos na jaula, que o homem comprou, eu posso vender por $30 a vocês e quando o homem retornar da cidade, vocês podem vender-lhe por $50 cada um."
Os aldeões, "espertos", pegaram todas as suas economias e compraram todos os macacos do assistente.
Detalhe: eles nunca mais viram o homem ou seu assistente; somente macacos por todos os lados do vilarejo.
Entendeu agora como funciona o mercado de ações na Bolsa de Valores? Cuide-se!

Fonte: Anônima.

domingo, 11 de setembro de 2011

O Fogo Cruzado na Siderurgia Brasileira

Em meio à crise financeira das contas públicas de países periféricos e centrais da Europa e o gigante Estados Unidos, que trazem como pano de fundo a desaceleração da economia mundial, que ameaça países com contas públicas pouco saldáveis e com baixo poder de autofinanciamento, acrescido das dificuldades dos bancos franceses e da gangorra das bolsas mundo afora, ora com suspiros de pânico, ora com normalidade, assim como de tantos outros suspiros de incertezas que nos chegam, surge por aqui um movimento de reposicionamento dos grandes investidores da siderurgia brasileira que naturalmente se esboça no grande xadrez de fusões e aquisições.
Numa discussão perdida no tempo, da junção de CSN e USIMINAS ou vice-versa não importa e que gestaria a Multinacional Brasileira do Aço, agora se apresenta de maneira quase espontânea pelas vias do mercado, através de um posicionamento mais agressivo de CSN na aquisição via mercado de um volume expressivo de ações da USIMINAS, o que tecnicamente coloca a possibilidade de acento da CSN no controle de sua concorrente principal, o que sutilmente provocaria alterações no quadro de controle atual da USIMINAS, em função de um momento de crise onde as empresas detentoras do capital se sintam na percepção de focar mais em seus próprios negócios e de até provocar alterações antes impensadas.
Os principais controladores da USIMINAS, Nippon Steel, Caixa dos Empregados da Usiminas, Votorantim e Camargo Correa se estreitam na insistente investida da concorrente.
Neste ínterim, apresentam-se três distintos cenários, amalgamados por especialistas de mercado.
1 - Nippon Steel que, como controladora, possui direito de preferência na compra das ações da Usiminas, aumenta sua participação na companhia e realiza em seguida uma fusão com os ativos da Gerdau de aço plano e mineração. Cenário considerado mais provável.
2 - Nippon Steel aumenta a participação e não realiza qualquer transação subseqüente.
3 - CSN compra a participação e passa a integrar o bloco de controle da Usiminas.
Matérias recentes no jornal O Estado de São Paulo e na Revista Exame informavam que a CSN teria feito uma oferta de compra da participação de 26% que Camargo Corrêa e Votorantim possuem na Usiminas, o que foi prontamente desmentida pela companhia a pedido da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), através de comunicação ao mercado.
Avaliações recentes dão conta de que um potencial acordo pode estar próximo, considerando que a Nippon Steel, controladora da Usiminas, tende a querer encerrar esses rumores de mercado, que podem estar abalando o clima interno da Usiminas, e a recente volatilidade das ações da companhia indicam o posicionamento de possíveis interessados na compra, assim como os resultados mais fracos da Usiminas, possam forçar seus controladores a procurar alternativas estratégicas para recuperar a rentabilidade.

domingo, 14 de agosto de 2011

Um Pouco de Civilidade Faz Bem

Civilidade é o conjunto de formalidades, observadas pelos cidadãos em sinal de respeito mútuo e consideração. Portanto, polidez, urbanidade, delicadeza, cortesia, são códigos de ouro para uma boa educação e boa convivência.
Honradez, integridade, boas maneiras, tolerância, autocontrole, honestidade, contenção verbal, capacidade de pedir desculpas e decoro, são apontados por especialistas como fatores para transformar relações conflituosas em relações cordiais, que diminuem as tensões, fazendo as pessoas mais tranquilas e felizes.
As convenções sociais são necessárias para administrar conflitos e promover a boa convivência entre os seres humanos. Importante, é reconhecer que a melhoria dos relacionamentos irá resultar em menos brigas e menos stress, melhorando a saúde física das pessoas através do controle de nossos monstros interiores.
Conceitos de civilidade, cidadania e educação deve ser consciência viva de cada um, só assim poderemos pensar em cidadania de forma mais ampla.
A cidadania e a civilidade são idéias fruto do processo de como homens e mulheres vivem juntos em uma sociedade, com autoconsciência do mundo em que vivemos, expressando uma mentalidade que distingue natureza e cultura que se desenvolve paralelamente à consolidação dos diversos tipos de direito e da distinção entre vida publica e vida privada.
Paulatinamente, o modo de vida pautado nessas noções identifica-se como uma boa educação geral. A cidadania e a civilidade, idéias fruto desse processo, passam a ser definidas como a maneira de viver em sociedades civilizadas, conhecedoras das noções e distinções que transcendem o sentido do puramente individual, daquilo que nos é particular. Ou seja, um modo de ser relativo aos nossos papéis sociais no trabalho, na escola, na rua, nos logradouros públicos, enfim, nos encontros e nas situações públicas, assim como nos círculos pessoais e na família.
Para que serve uma norma ou uma lei se uma pessoa, deliberadamente em um semáforo para sobre a faixa de pedestres ao verificar que nas proximidades não existe alguém para puni-lo; se um aluno, através de subterfúgios engana o professor na elaboração de um trabalho ou na feitura de uma prova; se uma escola suprime aulas ou não cumpre o programa escolar; se os governos processam suas transgressões. Mais do que isso, o ser humano rouba, engana, mata, corrompe, é corrompido, mente e tem vivido, como nunca na história, na lei do quem pode mais chora menos.
É preciso não confundir civilidade com cidadania. Civilidade se refere às regras do convívio social diário, a cidadania vai mais além, pois está preocupada com o que nossos governantes, políticos e gestores públicos estão fazendo com o meu, o seu, o nosso dinheiro, e quais ações fundamentais estão sendo tomadas para a nossa segurança, saúde e educação. Por isso, é preciso fiscalizar o setor público, principalmente, se estão cumprindo o dever de agentes multiplicadores de cidadania.
Nos países desenvolvidos, civilidade e cidadania são regras, e somente são regras porque são ensinadas a todos, do ensino fundamental às universidades.
Para falar um pouco de números, eu diria que estudos do professor Piero Massimo Forti, da Universidade Johns Hopkins - USA - calculou o custo da falta de civilidade para os americanos do norte e chegou à cifra de 30 bilhões de dólares. E no Brasil, quanto seria?

domingo, 7 de agosto de 2011

Crise Americana e o Furacão nas Bolsas de Valores

Os movimentos ríspidos das bolsas de valores mundo afora, mostram-nos, o quanto nosso planeta está globalizado, indicando assim que o axioma “aldeia global” deixa de ser uma frase de efeito, para afirmar-se como uma realidade absoluta. Por isso, os humores dos aplicadores em escala global se alteram a cada novo indicador das economias dos Estados Unidos, Europa e de outras economias periféricas e, instantaneamente, são percebidos nas carteiras de aplicadores ao redor do mundo.
Além de pânico, muito comum nestes momentos de aversão ao risco, há o reconhecimento dos especialistas de que os problemas existem e que a capacidade de suas soluções, às vezes, ficam aquém de suas necessidades de resolução. Interferências políticas inadequadas tem sido o grande nó da questão!
A percepção é a de que, num mundo de informações instantâneas, comportamentos sociais e comportamentos políticos de legislativos, executivos e judiciários dos países do globo escancaram deficiências, intolerâncias e mau gerenciamento que teimam em fazer a festa e não se lembrarem dos efeitos no dia seguinte. Ou seja, o mundo fica exposto a medidas não tomadas ou não realizadas no tempo e no momento adequados trazendo atitudes e resoluções desgastadas, provocando resultados tardios e pouco assertivos.
Fica, portanto, evidenciado que as responsabilidades dos mandatários de nações importantes do planeta não podem virar às costas para a ciência e os conhecimentos adquiridos até aqui, e deixarem que as decisões tomem rumos não profissionais. É preciso, muitas vezes, deixar as diferenças à parte e cuidar da viabilização correta da saúde financeira de seus países e, consequentemente, do planeta.
Assim, mandatários mundiais, dirigentes empresariais e dirigentes de qualquer natureza, num mundo globalizado, têm a responsabilidade aumentada, pois suas decisões podem colocar em risco empreendimentos e países ao redor do mundo.
O rebaixamento da classificação de crédito de longo prazo dos Estados Unidos de (AAA) para (AA+) motivado pela preocupação com os déficits orçamentários e o crescente peso da dívida daquele país, é mais um capítulo nesta geléia geral da crise de agora.
Por aqui, o processo de reformas econômicas empacadas no governo anterior deixou para trás importantes passos em direção às atenções ao câmbio supervalorizado, a infra-estrutura deficiente e onerosa, ao gasto público ineficiente, a desoneração da folha de pagamento, as reformas tributária, previdenciária e política, assim como da pouco falada, reforma na gestão pública. Some-se a isso, a desconsideração da educação como processo de libertação da ciência, tecnologia e inovação provenientes do exterior.
Tempos atrás era muito citada uma frase em nosso país: “o Brasil não é para Amadores”. Modestamente a recoloco pouco diferenciada: “O mundo não é para amadores!”

domingo, 31 de julho de 2011

Alerta ao Consumidor Brasileiro

O consumidor brasileiro tem se apresentado voraz ao ir às compras. Não que isso esteja de todo errado, mas ir às compras com tanta avidez retira do consumidor o status de “Rei”, de que “o cliente tem sempre a razão”, de que “o cliente é quem manda”, etc.
É preciso observar que os preços no Brasil estão absurdamente altos. Especialistas estão perplexos e concordam que os preços elevados não se traduzem apenas em inflação, custo Brasil e outras influências, mas sim, em carestia mesmo!
Os preços por aqui estão cinco vezes mais elevados que os da China, três vezes mais que os preços dos Estados Unidos, e assim por diante.
As cidades de São Paulo e Rio de Janeiro encontram-se entre as dez cidades mais caras do mundo, o que não significa que em outras regiões os preços não estejam absurdamente elevados. Os imóveis chegam às alturas; os restaurantes estão com os preços elevadíssimos; artigos de cama, mesa, banho e móveis, assim como os estacionamentos pagos nas cidades, chegam a ser os mais caros do mundo e a gasolina brasileira atualmente é mais cara do que a dos Estados Unidos. Por sua vez os serviços públicos, a qualidade de vida, o conforto nas cidades de um modo geral são péssimos e os salários - ah! os salários - estão realmente muito baixos!
Muitos perguntam o que poderia estar ocorrendo? Seria a imaturidade dos novos entrantes no mundo do consumo – os consumidores provenientes das classes C e D? Seria o chamado custo Brasil? Seria o dólar em condições muito baixas em relação aos anos anteriores? Ou seria a excessiva carga tributária? Bem, todos esses fatores são componentes fortes no processo, mas não é tudo. Acrescente a isso a indexação ainda existente na economia (não refeitas pelos governos recentes) e o que nos resta identificar como importante: as excessivas margens de lucros do lado dos vendedores.
Cabe então aos consumidores prestarem atenção no dia a dia de suas compras. Perceba que quando você utiliza o seu cartão de crédito e faz o parcelamento de sua compra em três, cinco, dez vezes, você deixa que o vendedor financie a sua compra, porém, você não questiona a ele a que juros a compra foi financiada? Assim, o vendedor fica livre para trabalhar o juro que ele quiser. Imagine que o vendedor trabalhe com juros de 3% ao mês. Parece pouco, mas essa taxa está muito acima da remuneração da caderneta de poupança, por exemplo.
Atenção, portanto! Pois na realidade uma compra de um simples par de calçado ou de tênis, ser financiada em dez vezes sem nenhum juro, não existe!
Por outro lado, os salários nunca estiveram tão baixos. Vejam os sintomas: quando estamos dividindo em muitas parcelas nossas compras é porque algo não vai bem pelo lado da renda. Outro exemplo sintomático é o parcelamento de impostos como IPVA, Imposto de Renda e outros. Isso indica que os impostos assim como os preços estão realmente elevados.
É interessante notar que serviços e produtos básicos no Brasil como telefonia, transportes coletivos, água, energia, combustíveis, alimentos, dentre outros, são extremamente caros, prejudicando maioria da população que não pode usufruir livremente desses benefícios.
Como um país tão grande e tão rico em recursos, como o Brasil, pode em pleno século XXI, não ser capaz de oferecer produtos e serviços básicos a baixo custo ou de acordo com a renda da população?
Um jargão na economia diz que “maior volume de vendas, menores preços unitários”. Mas pelo visto, isto por aqui também não existe! Com essas distorções todas, há uma evidente transferência de renda dos consumidores para os setores produtores e comerciários distorcendo o equilíbrio distributivo.

domingo, 17 de julho de 2011

Rico e Pobre Brasil!

Conversando com uma pessoa apolítica que teve oportunidade de visitar e conviver um pouco nos bastidores de Brasília, certificou-me que a "cultura dos 10%" na Capital Federal já é, infelizmente, algo natural, e faz parte do cotidiano da corrupção desenfreada do nosso país.
Pior, é que Brasília, passou a ser o exemplo daquilo que se repete na maioria dos municípios e estados brasileiros e que, desastradamente, tem por princípio o desvio de erário público. É preciso dizer redundantemente que é desvio de “dinheiro subtraído do povo”, principalmente do cidadão que trabalha honestamente de sol a sol, de domingo a domingo e que enfrenta por isso mesmo, a precariedade dos serviços públicos, para depois ser salteado pela maior carga tributária do mundo que, paradoxalmente, deixa muito, mas muito para trás, o famoso “quinto dos infernos” – cobrança de impostos do tempo do império e que gerou mais tarde a dissidência do Brasil com Portugal, passando pelo esquartejamento de Tiradentes e mais tarde na famosa frase do Príncipe-Regente D. Pedro de Alcântara, às
margens do Ipiranga – Independência ou Morte!
Notem que no passado o povo pagava 1/5 de imposto à Coroa e inapropriadamente recolhemos hoje aos cofres públicos cerca de 1/3 da renda gerada por aqueles que trabalham rotineiramente no país. Incluímos aí os atuais aposentados que miseravelmente são atendidos com uma parcela mínima do que já recolheu efetivamente para os cofres da nação. Lembremos, de que muitos dos que hoje estão aposentados contribuíram com até 20 salários mínimos e atualmente recebem como benefício, apenas um valor correspondente a 6,7 mínimos, enquanto a corrupção faz minar todo o feito de pessoas e empresas honestas que lutaram e lutam por um país melhor. Preciso é, lembrarmos também, de várias outras categorias que tiveram os seus salários aviltados com o tempo como os professores, por exemplo, e tantas outras.
Desde o descobrimento do Brasil, passando pelo Brasil Colônia, chegando aos anos sessentas com o slogan: "varre, varre vassourinha” da campanha de Jânio Quadros pela presidência da República que teve como símbolo exatamente uma “vassourinha” para varrer os corruptos da política; e mais recentemente, com o “Caçador de Marajás” do ex-presidente Collor de Melo que depois de chegar à presidência teve seu mandato cassado pelo mesmo motivo: corrupção.
Nosso país vem ladeira abaixo deslizando, deslizando, deslizando, contabilizando negativamente a falta de caráter de grande parte do povo e, principalmente, dos políticos brasileiros. Vale ainda lembrar que há pouco tempo o povo se desdobrou para implantar a Lei da Ficha Limpa e foi atropelado pelas burocracias tanto legislativa quanto da ordem jurídica brasileira.
Minha fonte vai mais longe, e diz que ONGs são criadas e desfeitas ao sabor da corrupção. Lavam o dinheiro extraído do erário e depois desaparecem como fumaça no ar. É claro que existem ONGs sérias, que desenvolvem trabalhos sérios, porém é preciso cuidado.
Historicamente, um estado de corrupção política desenfreada é conhecido como uma “cleptocracia”, o que literalmente significa "governado por ladrões".
Um jeito simples de reconhecer corrupção é lembrar-se de uma inofensiva “vista grossa”.
É por essas e outras, que precisamos salvar o país da corruptela, ou se preferirem da cleptocracia, para que os bons filhos nascidos em berços bons passem a entonar diferentemente a expressão: Aprendi Tudo ao Contrário ou me Ensinaram Tudo Errado.