Paz: artigo de luxo. Desde 11 de setembro de 2001, paz é o que mais se quer, o que mais se procura. Pessoas se vestem de branco, empunham cartazes e pedem paz no morro, paz no Oriente Médio, paz nas escolas, paz em todo lugar onde haja possibilidade de conflito ou onde o conflito já dê as cartas.
A utilidade disso tudo? Relativa. As manifestações são muito bem intencionadas, por vezes emocionantes, mas a opinião pública infelizmente não tem poder de veto, apenas pressiona. Sei que pressionar é importante, mas a coletividade não tem conseguido provocar grandes comoções em quem realmente decide as guerras. Se a gente quer mesmo ser útil, poderíamos começar tentando ficar em paz consigo mesmo e com os outros, uma coisa que parece tão comum e que na verdade é tão rara.
Paz se pratica no dia a dia, dentro da família, com os amigos, no local de trabalho, na beira da praia, nas filas, no trânsito. Não adianta vestir branco numa passeata e depois soltar os cachorros em quem lhe cruzou a frente do carro. Grande porcaria empunhar um cartaz dizendo "Fora Bush" se meia hora depois este pacifista estará sendo prepotente dentro do escritório em que trabalha. O que mais vejo é gente que se diz do bem, mas que no cotidiano abusa da grosseria.
Quer fazer alguma coisa pelo mundo? Comece deixando os outros em paz. Não os iraquianos ou uma tribo indígena, mas os outros coladinhos em nós: Paulos, Flavias, Rodrigos, Silvanas. Nós sempre temos uma alfinetadinha guardada na manga, uma fofoquinha aparentemente indolor para passar adiante, uma criticazinha construtiva pra doar generosamente. Se fôssemos pacifistas mesmo, saberíamos que nem toda intromissão é bem-vinda e seríamos parceiros apenas de risadas, confidências, dores e entusiasmos, o que já é bastante coisa.
E trate de cuidar da sua paz também. Quantos, numa passeata em “Trafalgar Square” ou na Avenida Paulista, estão em paz? Você se sente em casa dentro do seu próprio corpo? Muitos não passam de hóspedes de si mesmos. Estar em paz é aceitar serenamente que você não tem todas as armas para conquistar o que deseja, não tem munição suficiente para levar todos os seus planos adiante e não
possui um exército que diga amém para todos os seus delírios.
Você está só e é um sujeito heróico dentro do possível. Costuma ir à luta por um emprego, por um amor, por grana, por objetivos razoáveis, e quando não dá certo, não dá, e quando se erra, paciência, e quando acerta, oba, e quando está cansado, se recolhe, e quando está triste, chora, e quando está alegre, vibra, e quando enxerga longe, vai em frente, e quando a visão embaça, freia, e quando está sozinho, chama, e quando quer continuar sozinho, não chama.
Primeiro passo para a paz: reconciliar-se consigo próprio. É o que a gente pode fazer de mais concreto, por mais abstrato que pareça.
Fonte: Martha Medeiros.
domingo, 19 de dezembro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Administração Eficiente para Pequenas Empresas
Inúmeros são os objetivos das empresas. De um modo geral, podemos dizer que elas precisam atender metas de produção, comercialização e vendas, montar e executar um bom planejamento de marketing, dentre outros. Entretanto, nada disso é possível se não houver uma administração eficiente por trás, que possa monitorar todas as outras atividades ditas burocráticas de maneira rigorosa. Nessa ótica, as empresas estão cada vez mais apostando na administração multifuncional com domínio de fluxo de caixa, controle de custos e despesas, construindo um planejamento orçamentário com base nos dados contábeis da empresa.
A competitividade entre as empresas micro, pequenas e médias tem sido grande e garantir a sobrevivência das empresas chega a não ser uma tarefa assim tão fácil como se possa imaginar. Daí a busca por maior administração dos processos internos através do tripé – Contabilidade, Custos e Finanças.
Conhecer e entender os números gerados pela contabilidade e elaborar um bom planejamento financeiro é fundamental para alcançar as estratégias de curtíssimo, curto, médio e longo prazos, com projeções de investimentos e financiamentos. O setor contábil é estratégico. Se bem estruturado, é capaz de proporcionar ganhos no desempenho das áreas administrativa, financeira e tributária. Assim, o planejamento financeiro dentro da empresa é essencial, com os recursos bem dimensionados darão sustentabilidade aos negócios. Falta de capital e descontrole financeiro tem vitimado empresas há muito tempo.
Para atingir esse estágio as empresas precisam contar com profissionais que tenham conhecimentos em contabilidade, administração, economia, tributos, finanças, matemática financeira, orçamento. Além de focar em custos e formação de preços, deverá ter visão sistêmica, equilíbrio emocional e extrema atualização tecnológica. Ou seja, buscar profissionais polivalentes para combater a polivalência do mercado e da concorrência.
A competitividade entre as empresas micro, pequenas e médias tem sido grande e garantir a sobrevivência das empresas chega a não ser uma tarefa assim tão fácil como se possa imaginar. Daí a busca por maior administração dos processos internos através do tripé – Contabilidade, Custos e Finanças.
Conhecer e entender os números gerados pela contabilidade e elaborar um bom planejamento financeiro é fundamental para alcançar as estratégias de curtíssimo, curto, médio e longo prazos, com projeções de investimentos e financiamentos. O setor contábil é estratégico. Se bem estruturado, é capaz de proporcionar ganhos no desempenho das áreas administrativa, financeira e tributária. Assim, o planejamento financeiro dentro da empresa é essencial, com os recursos bem dimensionados darão sustentabilidade aos negócios. Falta de capital e descontrole financeiro tem vitimado empresas há muito tempo.
Para atingir esse estágio as empresas precisam contar com profissionais que tenham conhecimentos em contabilidade, administração, economia, tributos, finanças, matemática financeira, orçamento. Além de focar em custos e formação de preços, deverá ter visão sistêmica, equilíbrio emocional e extrema atualização tecnológica. Ou seja, buscar profissionais polivalentes para combater a polivalência do mercado e da concorrência.
domingo, 10 de outubro de 2010
A Fisionomia do Brasil na Ótica das Eleições
Há poucos dias, em três de outubro tivemos um espetáculo de democracia no país.
Pois bem, será que apenas ir às urnas cumprir uma legislação que nos obriga a comparecer aos escrutínios para sacramentar a “nossa vontade” seria mesmo um ato de espetáculo democrático? Ou ao contrário, se prestarmos a devida atenção nos fatos que ocorreram durante a campanha em nossa pátria amada nos anima mesmo a festejar uma verdadeira democracia? Ou será que uma democracia plena não seria algo completamente diferente. Algo muito mais sério, muito mais honesto, muito mais público, muito mais livre, do que isto que muitos insistem em chamar de espetáculo da democracia.
Lembram-se? Não faz muito tempo prometeram-nos o espetáculo do crescimento, a erradicação da fome ou da miséria, a melhoria dos serviços de segurança pública, a melhoria na educação, a melhoria na saúde, etc.
Para os atuais governantes tudo estava errado. E para que tudo virasse da cor vermelha ou cor de rosa como a Ex-ministra Marina gosta de salientar, era somente votar num determinado partido, num determinado presidente sem instrução suficiente que tudo se tornaria cor rosa para não dizer vermelho mesmo e que assim todos os problemas dos brasileiros iriam chegar ao fim. Na realidade as coisas não acontecem assim!
Mas, voltemos à democracia. O brasileiro, mesmo alguns mais letrados, não sabe e não entende o que seja realmente democracia. Falamos muito aqui em baixo que democracia é quando o direito de um termina enquanto o direito do outro começa. Verdade ou mentira?
Nem uma coisa nem outra. A verdade é que uma democracia é muito mais que uma frase feita. Democracia é cumprir as Leis, por mais simples ou mais complexas que sejam. Democracia é saber que existem regras e que elas são escritas para o desfrute e o alcance a todos nos momentos de direito e nos momentos em que o direito agora é de outro, ou está do outro lado, desde que seja realmente escrito dentro do sentido e dos preceitos realmente democráticos.
Tentar ou mesmo querer se perpetuar no poder seja ele de natureza público ou privado, não faz parte do processo democrático. Leis mal elaboradas, mal escritas ou viciadas para favorecer algum tipo de segmento da sociedade, não fazem parte da democracia. E tudo isso, para dizer que a democracia está junto de nós em nosso dia a dia, dentro de nossas casas (o estado em miniatura), na rua em que moramos (o estado um pouco mais ampliado), na cidade em que vivemos (o estado ampliado) e no país em que vivemos ou nascemos (o estado na sua essência, na sua plenitude).
Democracia, é ser colaborativo em todos os sentidos. É cumprir com nossas obrigações de cidadãos. É estudar, trabalhar, cumprir as regras da casa, da escola, do trânsito, etc. Respeitar o professor nas escolas, respeitar os pais dentro de nossas casas, respeitar os mais velhos, respeitar as crianças, fazer valer a dignidade humana em toda a sua dimensão. Vale o homem, vale o consumo não exagerado, pois estamos numa sociedade dita moderna onde o consumo é inerente a este tipo de sociedade em que vivemos, porém, com a devida parcimônia. Democracia é reconhecer que um cidadão pode ter recursos financeiros quando é algo digno, proveniente de seu trabalho honesto e não proveniente de fontes escusas.
Mas democracia é, antes de tudo, uma boa educação, que não seja partidária ou sectária, mas que seja plural e verdadeira deixando que o próprio aluno tire suas próprias conclusões diante da pluralidade das informações e do conhecimento adquirido.
Estar sintonizado ou conectado nas tecnologias e ter acesso a elas também é democracia e também é um direito como o de respirar, por exemplo, desde que o ar não esteja poluído. E a daí surge a democracia ecológica. Não podemos democraticamente permitir que o planeta seja destruído. Apesar de o planeta ter a proeza de regenerar-se, não o podemos maltratar a ponto de destruí-lo, porque nos destruímos também. Temos o dever de proporcionar-lhe a chance de auto-regenerar-se.
Vendo o que acontece em nosso país, e o que ocorreu nesse primeiro embate eleitoral e considerando tudo o que foi dito acima. Vejo com muita tristeza que temos ainda um país com uma fisionomia muito feia, tosca ainda, e tentam nos dizer que está tudo muito bem e que é somente ir em frente que tudo dará certo.
A vida passa, assim como passam os governantes e como fato contínuo no processo dos mortais, de que tudo passa, de que tudo muda a cada instante, é que precisamos entender que mudar sempre será preciso e que por isso mesmo, teremos que nos preparar para isso. E diante disso: como nos preparar?
Certamente pelo processo colaborativo da educação, pois sem educação não há mudança, não há progresso, não há estratégia, não há o sentimento de saber qual o momento da mudança e se a mudança está no compasso e na direção certa, sem que ninguém nos diga qual é o nosso momento e qual é o momento da sociedade fazer a mudança.
Assim, através de uma boa estrutura educacional saberemos individualmente para onde deveremos caminhar e para onde e para quem estamos construindo o caminho. Ou seja, para alguns de agora ou para as gerações futuras, que precisarão dar continuidade ao que realmente estivermos fazendo de bom hoje. Construindo assim uma sociedade para a qual as próximas gerações não tenham o fardo de se ajustar nas mudanças de seu tempo e ainda carregarem o fardo que por nossa ignorância ou incompetência deixaremos a eles construírem.
Democracia é isso. É pensar na gente. Mas, principalmente, pensar no próximo e no que deixaremos para o futuro.
Pois bem, será que apenas ir às urnas cumprir uma legislação que nos obriga a comparecer aos escrutínios para sacramentar a “nossa vontade” seria mesmo um ato de espetáculo democrático? Ou ao contrário, se prestarmos a devida atenção nos fatos que ocorreram durante a campanha em nossa pátria amada nos anima mesmo a festejar uma verdadeira democracia? Ou será que uma democracia plena não seria algo completamente diferente. Algo muito mais sério, muito mais honesto, muito mais público, muito mais livre, do que isto que muitos insistem em chamar de espetáculo da democracia.
Lembram-se? Não faz muito tempo prometeram-nos o espetáculo do crescimento, a erradicação da fome ou da miséria, a melhoria dos serviços de segurança pública, a melhoria na educação, a melhoria na saúde, etc.
Para os atuais governantes tudo estava errado. E para que tudo virasse da cor vermelha ou cor de rosa como a Ex-ministra Marina gosta de salientar, era somente votar num determinado partido, num determinado presidente sem instrução suficiente que tudo se tornaria cor rosa para não dizer vermelho mesmo e que assim todos os problemas dos brasileiros iriam chegar ao fim. Na realidade as coisas não acontecem assim!
Mas, voltemos à democracia. O brasileiro, mesmo alguns mais letrados, não sabe e não entende o que seja realmente democracia. Falamos muito aqui em baixo que democracia é quando o direito de um termina enquanto o direito do outro começa. Verdade ou mentira?
Nem uma coisa nem outra. A verdade é que uma democracia é muito mais que uma frase feita. Democracia é cumprir as Leis, por mais simples ou mais complexas que sejam. Democracia é saber que existem regras e que elas são escritas para o desfrute e o alcance a todos nos momentos de direito e nos momentos em que o direito agora é de outro, ou está do outro lado, desde que seja realmente escrito dentro do sentido e dos preceitos realmente democráticos.
Tentar ou mesmo querer se perpetuar no poder seja ele de natureza público ou privado, não faz parte do processo democrático. Leis mal elaboradas, mal escritas ou viciadas para favorecer algum tipo de segmento da sociedade, não fazem parte da democracia. E tudo isso, para dizer que a democracia está junto de nós em nosso dia a dia, dentro de nossas casas (o estado em miniatura), na rua em que moramos (o estado um pouco mais ampliado), na cidade em que vivemos (o estado ampliado) e no país em que vivemos ou nascemos (o estado na sua essência, na sua plenitude).
Democracia, é ser colaborativo em todos os sentidos. É cumprir com nossas obrigações de cidadãos. É estudar, trabalhar, cumprir as regras da casa, da escola, do trânsito, etc. Respeitar o professor nas escolas, respeitar os pais dentro de nossas casas, respeitar os mais velhos, respeitar as crianças, fazer valer a dignidade humana em toda a sua dimensão. Vale o homem, vale o consumo não exagerado, pois estamos numa sociedade dita moderna onde o consumo é inerente a este tipo de sociedade em que vivemos, porém, com a devida parcimônia. Democracia é reconhecer que um cidadão pode ter recursos financeiros quando é algo digno, proveniente de seu trabalho honesto e não proveniente de fontes escusas.
Mas democracia é, antes de tudo, uma boa educação, que não seja partidária ou sectária, mas que seja plural e verdadeira deixando que o próprio aluno tire suas próprias conclusões diante da pluralidade das informações e do conhecimento adquirido.
Estar sintonizado ou conectado nas tecnologias e ter acesso a elas também é democracia e também é um direito como o de respirar, por exemplo, desde que o ar não esteja poluído. E a daí surge a democracia ecológica. Não podemos democraticamente permitir que o planeta seja destruído. Apesar de o planeta ter a proeza de regenerar-se, não o podemos maltratar a ponto de destruí-lo, porque nos destruímos também. Temos o dever de proporcionar-lhe a chance de auto-regenerar-se.
Vendo o que acontece em nosso país, e o que ocorreu nesse primeiro embate eleitoral e considerando tudo o que foi dito acima. Vejo com muita tristeza que temos ainda um país com uma fisionomia muito feia, tosca ainda, e tentam nos dizer que está tudo muito bem e que é somente ir em frente que tudo dará certo.
A vida passa, assim como passam os governantes e como fato contínuo no processo dos mortais, de que tudo passa, de que tudo muda a cada instante, é que precisamos entender que mudar sempre será preciso e que por isso mesmo, teremos que nos preparar para isso. E diante disso: como nos preparar?
Certamente pelo processo colaborativo da educação, pois sem educação não há mudança, não há progresso, não há estratégia, não há o sentimento de saber qual o momento da mudança e se a mudança está no compasso e na direção certa, sem que ninguém nos diga qual é o nosso momento e qual é o momento da sociedade fazer a mudança.
Assim, através de uma boa estrutura educacional saberemos individualmente para onde deveremos caminhar e para onde e para quem estamos construindo o caminho. Ou seja, para alguns de agora ou para as gerações futuras, que precisarão dar continuidade ao que realmente estivermos fazendo de bom hoje. Construindo assim uma sociedade para a qual as próximas gerações não tenham o fardo de se ajustar nas mudanças de seu tempo e ainda carregarem o fardo que por nossa ignorância ou incompetência deixaremos a eles construírem.
Democracia é isso. É pensar na gente. Mas, principalmente, pensar no próximo e no que deixaremos para o futuro.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
O Equívoco da Popularidade do Presidente Lula
A mídia vem tratando muito estranhamente a questão da popularidade do presidente Lula, que em minha opinião há um tremendo equívoco, ou seja, da maneira como se informa a popularidade ao povo brasileiro não há sustentabilidade estatística.
Na última pesquisa, a 104ª, divulgada pela CNT/SENSUS a informação vem assim estratificada: 39,5% para Ótimo; 38,8% para Bom; 15,9% para Regular; 03,9% para Ruim e 01,9% para Péssimo.
Vejam o que vem a ser cada uma dessas medidas: Ruim e péssimo – todos sabem - as palavras dizem por si. Bom – é simplesmente bom - nada mais. Regular - apenas regular – passa raspando; e Ótimo – é o que todos queremos - porém pertence à casa dos 39,5%. RESULTADO: 39,5% de ótimo não correspondem a 78,3% de aprovação como ótimo, como é veiculado e apregoado pela mídia de um modo geral.
Imagine caro leitor se você tivesse uma empresa e procurasse vender 78,3% de seus produtos como ótimos, já que eles representam apenas 39,5%. Você estaria incorrendo em um erro de mercado vendendo o dobro da quantidade de seu produto como ótimo ou de excelente qualidade, sem realmente o ser. Porém, ao chegar o produto ao mercado, no consumidor final, tudo isso vai ser percebido. O consumidor vai perceber que foi enganado e que foi vítima de propaganda enganosa.
Sendo assim fica perceptível a razão das estradas esburacadas; da saúde em cacarecos; do caos na segurança pública; a educação de péssima qualidade; a falta de ética na política; a corrupção lastrada nas instituições; os valores da sociedade em baixa; a inexistência de infra-estrutura; o esgoto a céu aberto nas cidades; a juventude descrente, e outras mais.
É por essas e outras que a China, nossa concorrente direta, vem nos tirando de lado e minando categoricamente o mercado brasileiro em vários países da América do Norte, da Europa, da América Latina bem aqui do nosso lado, e bem aqui, dentro do Brasil.
Da mesma forma vende-se a Petrobrás como a segunda maior empresa de petróleo do mundo, o que não corresponde à verdade. A Petrobrás apenas captou recursos vultosos para prospecção do óleo do pré-sal. Para isso se concretizar há dois cenários: o pior deles, o que se pode imaginar, é que o resultado do pré-sal vai ser muito aquém daquilo que se espera. O que poderá acontecer é que a Petrobrás irá alocar uma quantidade imensa de recursos financeiros, fazer um esforço tremendo em novas tecnologias para extrair o petróleo do fundo do pré-sal e na hora da verdade se perceber que não tem tanto óleo assim ou o óleo é muito difícil de ser extraído e, por isso mesmo, muito caro, ou seja, acima da cotação média internacional. Isso deverá derrubar as cotações das ações da empresa, mas não será uma tragédia. Tornará um mau investimento para a empresa, com repercussões negativas, naturalmente, por um bom tempo nas cotações das ações.
Por outro lado, no melhor dos cenários, a Petrobrás se tornaria, daqui a cinco anos, uma das maiores empresas produtoras de petróleo do mundo. Comparada às grandes petrolíferas americanas, às empresas árabes de petróleo ou até mesmo superar em larga escala a sua principal concorrente que é a Venezuelana PDVSA.
Na última pesquisa, a 104ª, divulgada pela CNT/SENSUS a informação vem assim estratificada: 39,5% para Ótimo; 38,8% para Bom; 15,9% para Regular; 03,9% para Ruim e 01,9% para Péssimo.
Vejam o que vem a ser cada uma dessas medidas: Ruim e péssimo – todos sabem - as palavras dizem por si. Bom – é simplesmente bom - nada mais. Regular - apenas regular – passa raspando; e Ótimo – é o que todos queremos - porém pertence à casa dos 39,5%. RESULTADO: 39,5% de ótimo não correspondem a 78,3% de aprovação como ótimo, como é veiculado e apregoado pela mídia de um modo geral.
Imagine caro leitor se você tivesse uma empresa e procurasse vender 78,3% de seus produtos como ótimos, já que eles representam apenas 39,5%. Você estaria incorrendo em um erro de mercado vendendo o dobro da quantidade de seu produto como ótimo ou de excelente qualidade, sem realmente o ser. Porém, ao chegar o produto ao mercado, no consumidor final, tudo isso vai ser percebido. O consumidor vai perceber que foi enganado e que foi vítima de propaganda enganosa.
Sendo assim fica perceptível a razão das estradas esburacadas; da saúde em cacarecos; do caos na segurança pública; a educação de péssima qualidade; a falta de ética na política; a corrupção lastrada nas instituições; os valores da sociedade em baixa; a inexistência de infra-estrutura; o esgoto a céu aberto nas cidades; a juventude descrente, e outras mais.
É por essas e outras que a China, nossa concorrente direta, vem nos tirando de lado e minando categoricamente o mercado brasileiro em vários países da América do Norte, da Europa, da América Latina bem aqui do nosso lado, e bem aqui, dentro do Brasil.
Da mesma forma vende-se a Petrobrás como a segunda maior empresa de petróleo do mundo, o que não corresponde à verdade. A Petrobrás apenas captou recursos vultosos para prospecção do óleo do pré-sal. Para isso se concretizar há dois cenários: o pior deles, o que se pode imaginar, é que o resultado do pré-sal vai ser muito aquém daquilo que se espera. O que poderá acontecer é que a Petrobrás irá alocar uma quantidade imensa de recursos financeiros, fazer um esforço tremendo em novas tecnologias para extrair o petróleo do fundo do pré-sal e na hora da verdade se perceber que não tem tanto óleo assim ou o óleo é muito difícil de ser extraído e, por isso mesmo, muito caro, ou seja, acima da cotação média internacional. Isso deverá derrubar as cotações das ações da empresa, mas não será uma tragédia. Tornará um mau investimento para a empresa, com repercussões negativas, naturalmente, por um bom tempo nas cotações das ações.
Por outro lado, no melhor dos cenários, a Petrobrás se tornaria, daqui a cinco anos, uma das maiores empresas produtoras de petróleo do mundo. Comparada às grandes petrolíferas americanas, às empresas árabes de petróleo ou até mesmo superar em larga escala a sua principal concorrente que é a Venezuelana PDVSA.
domingo, 19 de setembro de 2010
Palavras de Bill Gates
Em uma apresentação sob a forma de conferência em uma escola secundária americana, Bill Gates listou vários conhecimentos que os alunos não aprenderiam nas escolas. Ele discorre sobre como a “Política Educacional de Vida Fácil para as Crianças” é nociva e tem, por isso mesmo, criado gerações sem conceito da realidade, portanto, levando as pessoas a falharem em suas vidas posteriores à escola.
Assim diz Bill Gates:
. A vida não é fácil. Portanto, acostume-se com isso.
. O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele, antes de sentir-se bem consigo.
. Você não ganhará R$20.000,00 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição, antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.
. Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.
. Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo de sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso. Eles chamam isso de oportunidade.
. Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então, não lamente seus erros. Aprenda com eles.
. Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles ficaram assim por pagar suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ultrapassados”. Então, antes de salvar o planeta para a próxima geração, querendo consertar erros da geração de seus pais, tente limpar e arrumar seu próprio quarto.
. Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas, você repete mais o ano e tem tantas chances quanto precisar. Isto não se parece com absolutamente nada na vida real. Se você pisar na bola, está despedido. Rua!!! Portanto, faça certo da primeira vez.
. A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir sua tarefa no fim de cada período.
. Televisão e vídeo-game não é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o lazer e ir trabalhar.
. Seja legal com os NERDS (aqueles estudantes que você e os demais julgam que são uns bobocas). Existe uma grande probabilidade de um dia você ter de trabalhar para um deles.
Portanto, cuide-se enquanto há tempo para isso, pois a vida passa depressa para quem não acredita nela.
Assim diz Bill Gates:
. A vida não é fácil. Portanto, acostume-se com isso.
. O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele, antes de sentir-se bem consigo.
. Você não ganhará R$20.000,00 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição, antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.
. Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.
. Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo de sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso. Eles chamam isso de oportunidade.
. Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então, não lamente seus erros. Aprenda com eles.
. Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles ficaram assim por pagar suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ultrapassados”. Então, antes de salvar o planeta para a próxima geração, querendo consertar erros da geração de seus pais, tente limpar e arrumar seu próprio quarto.
. Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas, você repete mais o ano e tem tantas chances quanto precisar. Isto não se parece com absolutamente nada na vida real. Se você pisar na bola, está despedido. Rua!!! Portanto, faça certo da primeira vez.
. A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir sua tarefa no fim de cada período.
. Televisão e vídeo-game não é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o lazer e ir trabalhar.
. Seja legal com os NERDS (aqueles estudantes que você e os demais julgam que são uns bobocas). Existe uma grande probabilidade de um dia você ter de trabalhar para um deles.
Portanto, cuide-se enquanto há tempo para isso, pois a vida passa depressa para quem não acredita nela.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Entenda a Capitalização da Petrobrás
Este mês, ou mais precisamente, a partir dessa segunda-feira dia 13 de setembro os acionistas, e público em geral, podem fazer opção de compra das ações da Petrobrás.
Para quem vem acompanhando o mercado financeiro, as ações da Petrobrás vem sofrendo uma tremenda desvalorização, assim como o valor de mercado da estatal mista reflexo das indefinições da capitalização da empresa.
Cheio de incertezas quanto à base de calculo do preço do barril do petróleo dada por duas empresas especializadas, que através de estudos técnicos, deram valores totalmente opostos ao barril, assim mesmo a empresa optou por um preço médio que será aplicado no processo de capitalização. Deste modo, a definição sobre a capitalização da Petrobras pode ajudar as ações da companhia a reduzir parte das fortes perdas registradas nos últimos meses. No entanto, o prognóstico de longo prazo ainda é incerto.
No longo prazo, os especialistas concordam que é muito difícil prever o que vai acontecer com as cotações. Há muita indefinição no mercado sobre vários fatores essenciais para a formação do preço da ação, por exemplo, a cotação do petróleo no mercado internacional que é algo que oscila muito. Outra questão é de como será a produção de petróleo do pré-sal? Atualmente temos uma estimativa de produção. Mas nunca se procurou petróleo tão fundo antes na história. Então não se sabe, de fato, como será essa prospecção e qual será o resultado dela. Outra incógnita importante é de como será a atuação do governo à frente da Petrobrás.
Muitos questionam se faz algum sentido uma queda tão forte tanto dos papéis quanto do valor de mercado de uma empresa, com tão boas expectativas por conta da capitalização?
E a resposta é sim, pelo simples motivo de que a ação se comporta exatamente como o preço de uma alface na feira. Se existe muita alface sendo ofertada o preço cai, se falta alface o preço sobe. A expectativa conforma isso. A Petrobras pretende fazer uma enorme emissão de ações, então haveria sobra de ações no mercado. Portanto o preço da ação caiu. Essa é a justificativa.
Daí vem outro questionamento: o que deve fazer então o investidor nesse momento?
A resposta dos especialistas vem no seguinte sentido. Quem já é acionista da Petrobrás, ou quem já tem ações da empresa, ou participa de aplicações através dos recursos do FGTS nos fundos ligados à Petrobrás deve manter essas ações e se possível, se tiver condições financeiras para isso, deve sim participar da capitalização. Porque a idéia é a de que, quem não fizer isso, vai ser diluído, ou seja, sua participação na empresa vai diminuir muito de tamanho.
Aqueles que não possuem ações ainda ou está pensando em adquirir ações da Petrobrás como um investimento deverá esperar um pouco mais, pois há ainda muita indefinição. Não adianta surfar agora nessa alta que deve ser bastante expressiva, mas de curto prazo. Investir agora é bastante arriscado.
O investidor deve ficar atento e prestar a atenção quando começar a formação de preços da empresa que tem um nome bonito em inglês “book building” que é mais ou menos como uma pesquisa de mercado de um banco para saber quanto os investidores estão dispostos a pagar por um tipo de ação, daí se fecha um preço no final. O investidor deverá prestar a atenção também em quanto será esse preço, se vai ser muito acima ou não, da cotação atual da Petrobrás, assim como dos chamados “fatos relevantes da empresa” sobre os resultados os quais a Petrobrás vai começar a obter no pré-sal.
Não se pode esquecer que investimento em petróleo é algo de longuíssimo prazo, pois um campo petrolífero demora de 5 a 10 anos para se tornar plenamente operacional.
Para se entender o processo de capitalização da Petrobrás e porque ele é importante, o investidor ou o cidadão comum deve compreender que a empresa está diante da possibilidade de explorar um campo de petróleo que pode transformar o Brasil no terceiro ou quarto maior produtor de petróleo do mundo.
A dificuldade é que esse petróleo está a um “heverest” de profundidade. Ou seja, tem quatro mil metros de lâmina d’água e mais três mil metros de terra da crosta terrestre em sal, portanto, um petróleo que está muito no fundo. Além disso, nunca se extraiu petróleo tão profundo. Nunca houve um desafio tecnológico tão grande no mundo para se extrair petróleo. O detalhe é que existe muito petróleo, porém de difícil extração. Por isso, a Petrobrás para extrair todo esse petróleo precisará de recursos financeiros gigantescos. E dentro deste contexto deverá ser a maior oferta de ações de uma única empresa em todo o mundo, em toda a história empresarial.
Quanto aos cenários podemos dizer que no pior deles o que se pode imaginar é que o resultado do pré-sal vai ser muito aquém daquilo que se espera, mas não se imagina que a Petrobrás vai quebrar por conta desse processo. O que poderá acontecer é que a Petrobrás irá alocar uma quantidade imensa de recursos financeiros, fazer um esforço tremendo em novas tecnologias para extrair o petróleo do fundo do pré-sal e na hora da verdade se perceber que não tem tanto óleo assim ou o óleo é muito difícil de ser extraído e, por isso mesmo, muito caro, ou seja, acima da cotação média internacional. Isso deverá derrubar as cotações das ações da empresa, mas não será uma tragédia. Tornará um mau investimento para a empresa, com repercussões negativas, naturalmente, por um bom tempo nas cotações das ações.
Por outro lado, no melhor dos cenários, a Petrobrás se tornaria uma das maiores empresas produtoras de petróleo do mundo. Comparada às grandes petrolíferas americanas, às empresas árabes de petróleo ou até mesmo superar em larga escala a sua principal concorrente que é a Venezuelana PDVSA.
Para quem vem acompanhando o mercado financeiro, as ações da Petrobrás vem sofrendo uma tremenda desvalorização, assim como o valor de mercado da estatal mista reflexo das indefinições da capitalização da empresa.
Cheio de incertezas quanto à base de calculo do preço do barril do petróleo dada por duas empresas especializadas, que através de estudos técnicos, deram valores totalmente opostos ao barril, assim mesmo a empresa optou por um preço médio que será aplicado no processo de capitalização. Deste modo, a definição sobre a capitalização da Petrobras pode ajudar as ações da companhia a reduzir parte das fortes perdas registradas nos últimos meses. No entanto, o prognóstico de longo prazo ainda é incerto.
No longo prazo, os especialistas concordam que é muito difícil prever o que vai acontecer com as cotações. Há muita indefinição no mercado sobre vários fatores essenciais para a formação do preço da ação, por exemplo, a cotação do petróleo no mercado internacional que é algo que oscila muito. Outra questão é de como será a produção de petróleo do pré-sal? Atualmente temos uma estimativa de produção. Mas nunca se procurou petróleo tão fundo antes na história. Então não se sabe, de fato, como será essa prospecção e qual será o resultado dela. Outra incógnita importante é de como será a atuação do governo à frente da Petrobrás.
Muitos questionam se faz algum sentido uma queda tão forte tanto dos papéis quanto do valor de mercado de uma empresa, com tão boas expectativas por conta da capitalização?
E a resposta é sim, pelo simples motivo de que a ação se comporta exatamente como o preço de uma alface na feira. Se existe muita alface sendo ofertada o preço cai, se falta alface o preço sobe. A expectativa conforma isso. A Petrobras pretende fazer uma enorme emissão de ações, então haveria sobra de ações no mercado. Portanto o preço da ação caiu. Essa é a justificativa.
Daí vem outro questionamento: o que deve fazer então o investidor nesse momento?
A resposta dos especialistas vem no seguinte sentido. Quem já é acionista da Petrobrás, ou quem já tem ações da empresa, ou participa de aplicações através dos recursos do FGTS nos fundos ligados à Petrobrás deve manter essas ações e se possível, se tiver condições financeiras para isso, deve sim participar da capitalização. Porque a idéia é a de que, quem não fizer isso, vai ser diluído, ou seja, sua participação na empresa vai diminuir muito de tamanho.
Aqueles que não possuem ações ainda ou está pensando em adquirir ações da Petrobrás como um investimento deverá esperar um pouco mais, pois há ainda muita indefinição. Não adianta surfar agora nessa alta que deve ser bastante expressiva, mas de curto prazo. Investir agora é bastante arriscado.
O investidor deve ficar atento e prestar a atenção quando começar a formação de preços da empresa que tem um nome bonito em inglês “book building” que é mais ou menos como uma pesquisa de mercado de um banco para saber quanto os investidores estão dispostos a pagar por um tipo de ação, daí se fecha um preço no final. O investidor deverá prestar a atenção também em quanto será esse preço, se vai ser muito acima ou não, da cotação atual da Petrobrás, assim como dos chamados “fatos relevantes da empresa” sobre os resultados os quais a Petrobrás vai começar a obter no pré-sal.
Não se pode esquecer que investimento em petróleo é algo de longuíssimo prazo, pois um campo petrolífero demora de 5 a 10 anos para se tornar plenamente operacional.
Para se entender o processo de capitalização da Petrobrás e porque ele é importante, o investidor ou o cidadão comum deve compreender que a empresa está diante da possibilidade de explorar um campo de petróleo que pode transformar o Brasil no terceiro ou quarto maior produtor de petróleo do mundo.
A dificuldade é que esse petróleo está a um “heverest” de profundidade. Ou seja, tem quatro mil metros de lâmina d’água e mais três mil metros de terra da crosta terrestre em sal, portanto, um petróleo que está muito no fundo. Além disso, nunca se extraiu petróleo tão profundo. Nunca houve um desafio tecnológico tão grande no mundo para se extrair petróleo. O detalhe é que existe muito petróleo, porém de difícil extração. Por isso, a Petrobrás para extrair todo esse petróleo precisará de recursos financeiros gigantescos. E dentro deste contexto deverá ser a maior oferta de ações de uma única empresa em todo o mundo, em toda a história empresarial.
Quanto aos cenários podemos dizer que no pior deles o que se pode imaginar é que o resultado do pré-sal vai ser muito aquém daquilo que se espera, mas não se imagina que a Petrobrás vai quebrar por conta desse processo. O que poderá acontecer é que a Petrobrás irá alocar uma quantidade imensa de recursos financeiros, fazer um esforço tremendo em novas tecnologias para extrair o petróleo do fundo do pré-sal e na hora da verdade se perceber que não tem tanto óleo assim ou o óleo é muito difícil de ser extraído e, por isso mesmo, muito caro, ou seja, acima da cotação média internacional. Isso deverá derrubar as cotações das ações da empresa, mas não será uma tragédia. Tornará um mau investimento para a empresa, com repercussões negativas, naturalmente, por um bom tempo nas cotações das ações.
Por outro lado, no melhor dos cenários, a Petrobrás se tornaria uma das maiores empresas produtoras de petróleo do mundo. Comparada às grandes petrolíferas americanas, às empresas árabes de petróleo ou até mesmo superar em larga escala a sua principal concorrente que é a Venezuelana PDVSA.
domingo, 29 de agosto de 2010
Empresas Familiares - Sucessão
Pesquisas demonstram que disputas entre parentes são responsáveis pelo fim de 65% das companhias familiares no Brasil e no Mundo. Porém empresas brasileiras e exteriores estão escapando a esse destino e se perpetuando através de gerações.
Assim o caminho para sair desta fatalidade é aproximar os mais novos do dia a dia da empresa. Em empresas como a francesa Hermes que atualmente está em sua sétima geração, os jovens começam a visitar as diversas unidades de negócio a partir dos dez anos de idade.
Uma alternativa muito utilizada é estabelecer critérios para a contratação de parentes. No grupo gaúcho de mídia RBS o neto do fundador fez MBA em Harvard e teve dois negócios próprios – uma distribuidora de doces em Porto Alegre e uma agência de publicidade em Nova York, antes de assumir a vice-presidência da empresa.
Outras empresas utilizam-se do expediente de estimular os herdeiros a ganhar experiência em outros negócios. Isso aconteceu com a rede de serviços de São Paulo, a DPaschoal que montou um negócio completamente diferente do seu – uma academia de ginástica – para que descendentes da terceira geração aprendessem gestão na prática. Quando seus membros já estavam prontos para ocupar tanto o conselho de administração como a assembléia de acionistas, a academia foi vendida.
Criar um plano de sucessão para acionistas também é prática recomendada. O grupo mineiro Algar, foi dividido em três holdings para abrigar os três núcleos da família Garcia. As sucessões acontecem sempre dentro das holdings e são feitas cedo – os quarenta integrantes da quarta geração, hoje na idade dos trinta anos, já estão começando a receber suas ações. Fazendo com que se evite disputas pela herança de seus pais.
Uma alternativa interessante e que vem dando muito certo é a de contratar um diretor de relações com a família. Isso aconteceu na americana Brown-Forman, fundada em 1870, fabricante do uísque Jack Daniel’s onde o papel desse profissional é lidar com os familiares – a ele cabe desde organizar cursos para esse pessoal até contratar estagiários para a empresa entre os jovens herdeiros.
No mais é focar as decisões no longo prazo, pelo menos, vinte anos a frente; manter a cultura familiar de qualidade mesmo com a empresa em expansão; para algum membro da família ocupar algum tipo de cargo deve-se estabelecer requisitos como para qualquer outro candidato como ter experiências em outras companhias e conhecimento profundo do setor.
Assim o caminho para sair desta fatalidade é aproximar os mais novos do dia a dia da empresa. Em empresas como a francesa Hermes que atualmente está em sua sétima geração, os jovens começam a visitar as diversas unidades de negócio a partir dos dez anos de idade.
Uma alternativa muito utilizada é estabelecer critérios para a contratação de parentes. No grupo gaúcho de mídia RBS o neto do fundador fez MBA em Harvard e teve dois negócios próprios – uma distribuidora de doces em Porto Alegre e uma agência de publicidade em Nova York, antes de assumir a vice-presidência da empresa.
Outras empresas utilizam-se do expediente de estimular os herdeiros a ganhar experiência em outros negócios. Isso aconteceu com a rede de serviços de São Paulo, a DPaschoal que montou um negócio completamente diferente do seu – uma academia de ginástica – para que descendentes da terceira geração aprendessem gestão na prática. Quando seus membros já estavam prontos para ocupar tanto o conselho de administração como a assembléia de acionistas, a academia foi vendida.
Criar um plano de sucessão para acionistas também é prática recomendada. O grupo mineiro Algar, foi dividido em três holdings para abrigar os três núcleos da família Garcia. As sucessões acontecem sempre dentro das holdings e são feitas cedo – os quarenta integrantes da quarta geração, hoje na idade dos trinta anos, já estão começando a receber suas ações. Fazendo com que se evite disputas pela herança de seus pais.
Uma alternativa interessante e que vem dando muito certo é a de contratar um diretor de relações com a família. Isso aconteceu na americana Brown-Forman, fundada em 1870, fabricante do uísque Jack Daniel’s onde o papel desse profissional é lidar com os familiares – a ele cabe desde organizar cursos para esse pessoal até contratar estagiários para a empresa entre os jovens herdeiros.
No mais é focar as decisões no longo prazo, pelo menos, vinte anos a frente; manter a cultura familiar de qualidade mesmo com a empresa em expansão; para algum membro da família ocupar algum tipo de cargo deve-se estabelecer requisitos como para qualquer outro candidato como ter experiências em outras companhias e conhecimento profundo do setor.
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