domingo, 1 de agosto de 2010

Cartões de Crédito - O Cuidado do Consumidor

Você já notou que, atualmente, a prática das empresas de cartões de crédito é a de conceder o cartão, até mesmo sem anuidade, para que o consumidor possa comprar cada vez mais a prazos mais longos.
Assim todo cuidado é pouco, principalmente, com o número de cartões. Mesmo que você consiga pagar o valor integral da fatura no dia do vencimento vale a pena avaliar se você de fato precisa de todos esses cartões.
O cartão de crédito pode sim ser um grande aliado para quem usa com disciplina e para quem sabe integrá-lo dentro do seu próprio orçamento.
Por outro lado, muitos consumidores têm a sensação de que não esta gastando, pelo simples fato de não estar vendo o dinheiro de papel, saindo da carteira ou da conta corrente. Nesse caso cuidado redobrado!
Cautela também com os empréstimos oferecidos pelas administradoras dos cartões, pois pode até parecer uma boa saída num momento de aperto. Mas que logo, logo essa decisão pode se tornar um pesadelo.
Se você realmente está com dificuldades financeiras é melhor procurar um empréstimo pessoal no próprio banco. Se possível um empréstimo consignado em folha que sempre oferece juros mais baixos que os do cartão de crédito.
Leve em conta que uma carteira repleta de cartões gold ou platinum não significa status a ninguém.
Planeje a utilização do seu cartão de crédito fazendo com que os débitos em conta corrente coincidam com o dia do recebimento de seu salário ou pagamento. Não utilize o crédito rotativo porque tem o juro muito elevado. O mais caro da praça entre 9 e 20% ao mês, enquanto a taxa Selic é de 10,75% ao ano.
Com a estabilização da moeda a partir do Plano Real em 1994, era normal que o crescimento de crédito viesse acontecer aqui no Brasil. Anteriormente o consumidor apenas se preocupava com a elevada inflação (constante aumento de preços dos produtos e serviços) e o crédito era mínimo, por causa desse fenômeno, que é era uma anomalia da economia. Após o Plano Real cabe agora o consumidor conhecer a lógica e a dinâmica dos juros – o vilão das compras a prazo. Um mecanismo simples é perguntar ao vendedor: qual o juro que o estabelecimento está cobrando? Qual o valor da compra à vista e a prazo? Compare o juro com a remuneração da caderneta de poupança que é de apenas 0,6% ao mês. Assim o consumidor deverá optar por fazer a compra com o preço à vista utilizando o cartão para pagamento no dia de seu vencimento.

sábado, 24 de julho de 2010

Cem Reais a Mais

Ao receber certa quantia num guichê do Ministério, verificou que o funcionário lhe havia dado cem reais a mais. Quis voltar para devolver, mas outras pessoas protestaram: entrasse na fila.
Esperou pacientemente a vez, para que o funcionário lhe fechasse na cara a janelinha de vidro:
- Tenham paciência, mas está na hora do meu café.
Agora era uma questão de teimosia. Voltou à tarde, para encontrar fila maior – não conseguiu sequer aproximar-se do guichê antes de encerrar o expediente.
No dia seguinte era o primeiro da fila:
- Olha aqui: o senhor ontem me deu cem reais a mais.
- Eu?
Só então reparou que o funcionário era outro.
- Seu colega, então. Um de bigodinho.
- O Mafra.
- Se o nome dele é Mafra, não sei dizer.
-Só pode ter sido o Mafra. Aqui só trabalhamos eu e o Mafra. Não fui eu. Logo...
Ele coçou a cabeça, aborrecido:
- Está bem, foi o Mafra. E daí?
O funcionário lhe explicou com toa a urbanidade que não podia responder pela distração do Mafra:
- Isto aqui é uma pagadoria, meu chapa. Não posso receber, só posso pagar. Receber, só na recebedoria. O próximo!
O próximo da fila, já impaciente, empurrou-o com o cotovelo. Amar o próximo como a ti mesmo! Procurou conter-se e se afastou indeciso. Num súbito impulso de indignação – agora iria até o fim – dirigiu-se à recebedoria.
- O Mafra? Não trabalha aqui, meu amigo, nem nunca trabalhou.
- Eu sei. Ele é da pagadoria. Mas foi quem me deu os cem reais a mais.
Informaram-lhe que não podiam receber: tratava-se de uma devolução, não era isso mesmo? E não de pagamento. Tinha trazido a guia? Pois então? Onde já se viu pagamento sem guia? Receber mil reais a troco de quê?
- Mil não: cem. A troco de devolução.
- Troco de devolução. Entenda-se.
- Pois devolvo e acabou-se.
- Só com o chefe. O próximo!
O chefe da seção já tinha saído: só no dia seguinte. No dia seguinte, depois de faze-lo esperar mais de uma hora, o chefe informou-lhe que deveria redigir um ofício historiando o fato e devolvendo o dinheiro.
- Já que o senhor faz tanta questão de devolver...
- Questão absoluta.
- Louvo o seu escrúpulo.
- Mas nosso amigo ali do guichê disse que era só entregar ao senhor – respirou ele.
- Quem disse isso?
- Um homem de óculos naquela seção do lado de lá. Recebedoria parece.
- O Araújo. Ele disse isso, é? Pois lhe: volte lá e diga-lhe que deixe de ser besta. Pode dizer que fui eu que falei. O Araújo sempre se metendo a entendido!
- Mas e o ofício? Não tenho nada com essa briga, vamos fazer logo o ofício.
- Impossível! Tem de dar entrada no protocolo.
Saindo dali, em vez de ir ao protocolo, ou ao Araújo para dizer-lhe que deixasse de ser besta, o honesto cidadão dirigiu-se ao guichê onde recebera o dinheiro, fez da nota de cem reais uma bolinha, atirou-a lá dentro por cima do vidro, e foi-se embora.

Fonte: Fernando Sabino

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Fim da Copa, hora de cair na real

Um dos destaques durante a copa foi o reajuste de míseros 7,7% sancionado pelo Presidente Lula para os aposentados que ganham acima de 3 salários mínimos. O índice deve gerar um gasto extra de cerca de 1 bilhão e 600 milhões de reais. Foi também sancionado um aumento salarial para os servidores da Câmara Federal onde os servidores concursados terão 15% em média de aumento e os não concursados 33% de aumento, que começou a vigorar a partir de 1º de julho. Além desses aumentos para a Câmara Federal houve vários outros aumentos do mesmo porte a categorias que têm ganho mensal muito, mas muito acima dos ganhos dos aposentados, o que caracteriza um pacote de bondades com reflexo nas eleições de outubro deste ano.
Nessa toada tanto a Câmara Federal quanto o Judiciário brasileiros vêm tendo salários reajustados constantemente, com aumentos de custos superiores até mesmo ao do executivo, o que certamente onera as despesas governamentais que por si somente, já estão exageradas.
Os nossos juros extremamente elevados, os quais, o brasileiro comum não registra importância, teve recentemente, um aumento na taxa selic de 0,75% o que corresponde a uma elevação nos gastos do governo na ordem de 3 bilhões de reais, nesse ano, portanto o dobro dos gastos com os aposentados.
O governo fala muito nos déficits da previdência, enquanto especialistas insistem em dizer que o déficit não existe e mais, que o governo não aloca todos os recursos recomendados pela constituição brasileira para a previdência social. Portanto, é preciso reconhecer transparência nos números da previdência, ou seja, mostrar todas as receitas previstas e todos os gastos realizados. Como a transparência não existe sobram interpretações, e muitas, de acordo com a própria conveniência.
Veja o caso da previdência rural que tem um caráter de assistência social rural, pois não houve contrapartida de receita para fazer face a esse dispêndio e não cabe aos trabalhadores pagarem esta conta e sim o governo como um todo, ficando assim como uma transferência de recursos do governo para essa categoria de aposentados.
Se olharmos para os números da previdência urbana, verificaremos que ela é superavitária. Assim como a assistência rural, existem outras incongruências de despesas alocadas na previdência que não correspondem exatamente a essa rubrica contábil.
Assim, o dispêndio do governo com a previdência rural, que atende a benefícios relativos a um salário mínimo, corresponde à cifra de aproximadamente 50 bilhões de reais, que eram para serem cobertos, como previsto na Constituição, através contribuições governamentais e não pela receita do INSS.
Some-se a isso, o fato de que em determinado período o próprio servidor público não contribuía para a previdência como servidor público, porém tinha o benefício da aposentadoria assegurado, o que poderíamos chamar de uma espécie de prêmio aos servidores e de castigo aos trabalhadores em geral, que era quem sustentava e sustenta todo esse processo.
Cabe ao governo então, se organizar e processar um ajuste atuarial através de profissionais com competência pertinente, para informar a população a verdadeira realidade da tão comentada previdência social.
Por outro lado, fala-se muito em alternância do modelo de previdência de repartição para o de capitalização. Porém, para um país injusto como o nosso, o sistema de repartição é o mais adequado, pois não temos uma distribuição de renda decente e adequada por onde se possa espelhar um sistema de capitalização onde as contribuições são individualizadas, como se fossem uma aplicação financeira pessoal. Ou seja, o contribuinte receberia na aposentadoria exatamente aquilo que contribuiu ao longo de determinado período.
Somente com um sério estudo sobre a previdência social, que seja cientificamente preparado, com as devidas soluções atuariais, poderemos responder a questões como: de qual é o valor necessário para a contribuição do participante? Qual a idade adequada ou necessária a esse processo? Qual a expectativa de vida a ser considerada, etc.
Acredito que a política atual de reajuste do salário mínimo aos aposentados que percebem valores correspondentes a 1 e 3 salários mínimos seja equivocada, pois tenta resolver uma parte dos aposentados e deixa a outra de fora. Isso é no mínimo inconstitucional e não resolve exatamente o problema. Dá a impressão, para não dizer outra coisa, de ser um oportunismo ou mesmo um populismo chulo. É preciso conservar os valores da sociedade e oferecer dignidade a essa categoria.
Ao mesmo tempo em que o governo sancionou o reajuste de 7,7% aos aposentados com ganhos acima de 3 salários mínimos, vetou o fim do chamado fator previdenciário. Ironia do destino? Parece que sim. O partido dos trabalhadores que tanto falou de herança maldita e outras coisas mais, era radicalmente contra o fator previdenciário e agora numa jogada da câmara dos deputados que atrasou ao máximo a votação do reajuste do mínimo e do fim do fator para que o veto acontecesse justamente durante os jogos do time brasileiro na Copa é hilariante. Isso não caracteriza legislativo e executivo como realmente sério.
Tecnicamente, o fator previdenciário tem por função desestimular as aposentadorias precoces e mesmo punir o trabalhador que tenta se aposentar mais cedo, com menos contribuição ou com menos idade. Eu diria que praticamente no mundo todo existe uma forma de fator previdenciário, através de um mecanismo de idade mínima para a aposentadoria. E aqui no Brasil foi uma criação importante, do ponto de vista do controle previdenciário, pois visa exatamente a não explosão das contas da previdência à medida que a população vai se envelhecendo e tendo mais expectativa de vida, em que pese do lado do trabalhador o dissabor de ter a regra alterada no meio do jogo, retardando a aposentadoria de muitos com contribuição suficiente para tal.
Lembremos ainda que a receita do governo federal é da ordem de 750 bilhões de reais e que a questão do aumento dos servidores públicos é algo que merecia um debate mais intenso na sociedade, porque somos nós os contribuintes que pagamos os salários, não é o governo que paga. O governo é simplesmente um intermediário, um repassador de pagamento, mas quem paga esta conta são os contribuintes através do recolhimento dos tributos.
É preciso também entender e comparar os salários de funções exercidas no setor público e no setor privado para que não se cometa injustiças, fazendo com que, quem paga a conta dos salários ganhe menos que aqueles que estão exercendo funções dentro do setor público com salários aviltados.
Pense nisso!

domingo, 11 de julho de 2010

A Conta Salgada do Lanche de Viagem

São muitos os motivos e os apelos para uma viagem. Conhecer um lugar diferente, ir à praia ou mesmo, visitar a família. Porém, um imprevisto indigesto pode aparecer no meio do caminho e estragar o passeio antes mesmo da tão sonhada chegada. Ou seja, aquele que nos pega desprevenidos e para o qual não planejamos. Os elevados custos de alimentação que acontecem nas paradas rodoviárias de uma viagem de ônibus ou de carros particulares. Portanto, esse preço apimentado pode comprometer o orçamento de quem deseja aproveitar uma viagem de final de semana ou mesmo em férias.
Assim, muitos estabelecimentos tiram proveito de seu isolamento em pontos diversos nas rodovias brasileiras e abusam dos preços, não somente pela falta de concorrência, mas principalmente, pela falta de fiscalização rotineira, cobrando preços bem acima da média das cidades. Somando-se a isso, os custos com frete, o aumento dos preços na alta temporada, e claro, tudo isso reflete diretamente no bolso do consumidor.
Para não cair nessa armadilha, fora de propósito, muitos consumidores depois de verificar a quanto vai todo esse abuso, aproveita para levar água e alimentação mais apropriada e mais saudável, comprada previamente em um bom supermercado em sua própria cidade, fazendo assim, um consumo digno, sem gastar muito, longe da esperteza dos comerciantes de plantão. Entretanto, para quem viaja com freqüência, acaba ficando a mercê desse desgostoso gasto que fatalmente impactará no orçamento. Se tivermos viajando em família ou em grupo esse gasto pode superar, em muito, as mais otimistas expectativas.
Olhando com cuidado, podemos observar que adicionar a esses gastos com alimentação as passagens de ônibus, diríamos que uma opção por uma viagem aérea poderia até ficar mais em conta, e ainda, com facilidade maior nos pagamentos. Para viagens aéreas, o melhor é planejar e comprar as passagens com antecedência e aproveitar as promoções de preços.
O cuidado com o risco de endividamento é sempre uma variável a ser observada. Pois, uma viagem é sempre agradável, porém ficar com aquela prestação durante um período muito longo na conta-corrente ou no cartão de crédito não é nada agradável.
Calcule sempre em uma viagem, os custos com transporte, alimentação e hospedagem, além de adicionar a esse total, um adicional de 10 a 20% para os imprevistos, para evitar surpresas.
Enfim, cada consumidor sabe quando está sendo levado a gastar além do previsto, naquela hora mágica, a hora de pagar a conta. Tenha então como referência, que nestes tempos de estabilidade financeira, onde os preços tendem a oscilar menos, que um gasto com lanches em até 10% do preço da passagem, estaria, digamos no limite de tolerância.
Pesquisas mostram que o impacto do preço dos lanchinhos de viagem no orçamento do consumidor tem ficado entre 18,1 e 26,2%.
Portanto, planeje sempre a sua viagem!

domingo, 4 de julho de 2010

O Pulo do Canguru

A Austrália começou como o Brasil, uma colônia de degredados, e se transformou numa vitrine de riqueza e modernidade, com uma qualidade de vida de causar inveja a outros inquilinos do mundo desenvolvido. Enquanto boa parte do planeta, das montanhas dos Bálcãs aos guetos de Los Angeles, se dilacera em conflitos étnicos de arrepiar os cabelos, a Austrália se orgulha de ser um modelo de integração racial, capaz de absorver sem traumas milhões de imigrantes, oferecendo-lhes as oportunidades que outras terras prometidas, como o Brasil ou a Argentina, negaram.
Na Austrália, a educação e a saúde são de primeiríssima para todos, juntamente com hábitos que certamente o situam como um dos melhores lugares do mundo para se viver.
No passado, o país acolheu grande contingente de estrangeiros e sua etnia constitui-se de italianos, gregos, latino-americanos, vietnamintas, malaios, tailandeses, indianos, chineses, filipinos e coreanos.
A diversidade cultural é grande e um exemplo típico do mosaico racial australiano pode se encontrado numa sala de aula na pré-escola do subúrbio de “Dee Why”, em Sydney, onde a maioria das crianças, com idade de 3 a 5 anos, é filha de imigrantes vindos de países distantes entre si como as Ilhas Fiji e a Holanda. Assim, a supervisora pedagógica é brasileira; sua assistente, grega. Há ainda a professora venezuelana que inicia as crianças no idioma espanhol como uma terceira opção de língua, além do inglês oficial e da língua falada pelos pais em casa.
Com uma população próxima a 22 milhões de pessoas e um território do tamanho do Brasil podemos dizer que o imigrante, qualquer que seja ele, em dois anos, tem o direito à cidadania. Ao desembarcar no país, o imigrante encontra um curso em horário integral de língua inglesa. A segunda etapa do programa o prepara para o mercado de trabalho. São ensinamentos práticos: redigir um currículo, identificar ofertas de emprego dentro de sua especialidade, relação de telefones úteis, dicas para alugar ou comprar casa própria.
Crianças em idade escolar freqüentam um curso especial de aproximadamente um ano, destinado a familiarizá-las com a terminologia do currículo nacional. A educação é gratuita e rigorosamente obrigatória para todos, entre 5 e 15 anos de idade. A mão generosa do Estado também garante ajuda financeira aos mais pobres que queiram prosseguir nos estudos. O auxílio-desemprego pode chegar a mil dólares australianos (cerca de mil e cem reais) mensais para um casal de dois filhos.
Além da aposentadoria aos 65 anos os idosos têm direito a um pacote de benefícios que inclui alimentação fornecida diariamente em casa e visitas médias em domicílio.
Assim, caro leitor, com excesso de arrecadação e baixa prestação de serviços, o que dizer mais sobre o precário atendimento governamental à sociedade brasileira?

sábado, 26 de junho de 2010

As Mulheres Mais Ricas do Mundo

A revista americana Forbes trouxe a relação das mulheres mais ricas do mundo. Notem que elas vêm chegando de mansinho.

1º lugar: Christy Walton
De 54 anos – dona do Wal-Mart (varejista) – com US$ 20 bilhões.
Christy Walton é a nora do fundador da Wal-Mart, Sam Walton. Com a morte de seu marido John T. Walton em junho de 2005, ela herdou sua fortuna de US$ 15,7bilhões.

2º lugar: Alice Walto
De 59 anos – dona do Wal-Mart (varejista) – com US$ 19,5 bilhões.
Seu pai e seu Tio Sam James iniciaram com uma rede de lojas em Bentonville, Arkansas, em 1962. Hoje, o Wal-Mart é a maior varejista do mundo: controla mais de 7.900 lojas, tem 2 milhões de funcionários e tem faturamento de US $ 400 bilhões.
Alice é formada a partir da Universidade Trinity e vive num rancho localizado na cidade de Mineral Wells. Seu hobby são cavalos. Alice Walton decidiu não se envolver nos negócios da família desde a morte de seu pai em 1992, mas por um tempo foi corretora da E. F. Hutton. Nas Eleições presidenciais americanas de 2004, Alice dôou 2,6 milhões de dólares para o grupo de direita política Progress for America.

3º lugar: Liliane Bettencourt
De 88 anos – dona da L’Oréal (cosméticos) – com US$ 15 bilhões.
Liliane Bettencourt é a segunda pessoa mais rica da França e uma das pessoas mais ricas do mundo. Bettencourt é a única filha de Eugène Schueller, o fundador do grupo de cosméticos L’Oréal, uma das maiores empresas do ramo de beleza e cosméticos. Em 1927, já aos cinco anos de idade ela perde sua mãe.
No ano de 1950, ela casou-se com o político francês André Bettencourt, e passou a viver em Neuilly-sur-Seine, França. Juntos tiveram uma filha, Françoise, que é casada com Jean-Pierre Meyers (neto de um rabino que morreu no Auschwitz), ela também faz
Parte do quadro de diretores da L’Oréal.

4º lugar: Susanne Klatten
De 48 anos – dona da BMW (automotivo) – com US$ 12 bilhões.
Nascida em Bad Homburg é uma empresária alemã, filha de Herbert Quandt e Johanna Quandt. Herdou após a morte de seu pai 50,1% de participação na Altana, empresa da qual integra o Conselho de Administração e ajudou a transformar em uma corporação de classe mundial listada no “Top 30″ da DAX. Herdou também 12,5% da BMW, empresa da qual integra o Conselho de Administração desde 1997 junto com seu irmão
Stefan Quandt.
Casou-se com Jan Klatten em 1990, tem três filhos e vive reclusa em Munique, o que é compreensível, tendo em vista que em 1978 escapou por pouco de um seqüestro.

5º lugar: Birgit Rusing
De 54 anos – dona da Tetra Laval (embalagens) – com US$ 11 bilhões.
Viúva sueca que, juntamente com os três filhos é proprietária da empresa de embalagens Tetra Laval, o que contribui para um legado de 25 mil milhões de reais, deixado pelo marido, Gad Rausing, falecido no ano de 2000. Depois da tentativa de seqüestro de um dos seus filhos em 1989, a família adotou um estilo de vida bem mais
discreto do que levava até então.
6º lugar: Jacqueline Mars
De 69 anos – dona de Ind. Alimentícias – com US$ 9,5 bilhões.
É proprietária de uma fabrica de chocolate e possui a maior empresa de confeitaria do mundo. Se tornou famosa na linha Candy bar que inclui Milky Way, Snickers, 3 Musketeers, M&M’s, DoveBars, Uncle Ben’s rice e ainda a linha de comida animal Pedigree e Whiskas.

7º lugar: Anne Cox Chambers
De 90 anos – dona da Cox Enterprises (cabo) – com US$ 9 bilhões.
É natural de Atlanta, controla a Cox Communications de sua propriedade que é atualmente a terceira maior empresa de cabo nos E.U.A. Simpatizante e financiadora do Partido Democrata, Chambers foi embaixadora dos Estados Unidos em Bruxelas durante o governo de Jimmy Carter.

8º lugar: Abigail Johnson
De 47 anos – dona da Fidelity Investments (renda fixa) – com US$ 8,5 bilhões.
Dirige empresas que regem a sociedade de investimento de fundos de renda fixa e de alocação de ativos. Atualmente supervisiona 161 fundos com mais de US $ 650 bilhões de dólares de ativos.

9º lugar: Savitri Jindal
De 58 anos – dona de Indústria do Aço – com US$ 6 bilhões.
É a executiva do conglomerado de aço e energia OP do grupo Jindal da Índia. É a mulher mais rica de seu país.

10º lugar: Charlene de Carvalho
De 54 anos – dona da Heineken (cervejaria) – com US$ 5,5 bilhões.
É a proprietária da terceira maior cervejeira do mundo, a Heineken e possui mais de 170 marcas premium em mais de 65 países. É filha de Freddy Heineken e Lucille Cummins, família originária do Kentucky, onde se dedicavam à destilação de whiskey bourbon. Charlene Heineken estudou Direito na Universidade de Leiden. Mais tarde casou com Michel de Carvalho, um corretor na bolsa, graduado pela Universidade de Harvard, e antigo ator cinematográfico.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

O Futebol e as Curiosidades das Copas

Na Copa do Uruguai, realizada em 1930, um jogador chamou a atenção de todos. O uruguaio Héctor Castro não possuía uma das mãos. Em função deste problema físico e de sua habilidade com a bola no pé, ganhou o apelido de "o divino manco".
Na Copa do Mundo de 1934, realizada na Itália, o jogador da seleção italiana Luigi Bertolini entrou em campo com faixas de pano enroladas na cabeça. O jogador fez isso para proteger a cabeça, pois as costuras das bolas da época eram grosseiras e costumam ferir a pele dos jogadores no momento do cabeceio.
Ainda na Copa de 1934, outro fato curioso. O jogador da seleção suiça Leopold Kielholz jogou usando óculos. Mesmo assim, foi capaz de marcar três gols.
Na Copa do Mundo de 1938, realizada na França, o jogador brasileiro Leônidas marcou um gol descalço. O fato curioso ocorreu no jogo entre Brasil e Polônia, vencida por nossa seleção por 6 a 5.
Na Copa do Mundo da Suíça (1954) um fato causou preocupação em todos que estamos assistindo ao jogo entre Uruguai e Hungria. Após fazer o gol de empate para sua seleção, o uruguaio Juan Eduardo Hohberg desmaiou em campo. Ele recebeu atendimento médico e se recuperou no hospital.
Na Copa do Mundo do Chile, realizada em 1962, na disputada partida entre Brasil e Inglaterra um cachorro invadiu o campo e proporcionou uma das cenas mais hilárias de todos os tempos da Copa. O habilidoso Garrincha foi pra cima do animal, porém tomou um drible. Já o jogador inglês Greaves, que não era tão habilidoso quanto o ponta brasileiro, teve sucesso e pegou o cão.
A Copa do Mundo de 1962 foi uma das mais violentas de todos os tempos. Nos cinco primeiros dias de jogos, cerca de 50 jogadores ficaram contundidos em função de jogadas violentas.
A Tunísia foi o primeiro país da África a vencer uma partida pela Copa do Mundo. Os tunisianos venceram os mexicanos por 3 a 1 na Copa do Mundo da Argentina (1978).
A maior goleada da história da Copa do Mundo ocorreu na Espanha em 1982. A Hungria venceu El Salvador pelo placar de 10 a 1.
Em 1982, na Copa da Espanha, o sheik do Kuait invadiu o campo e pediu a anulação do jogo em que a equipe de seu país perdeu para a França pelo placar de 4 a 1.
Na Copa do Mundo do México (1986), os brasileiros ficaram surpresos antes do jogo entre Brasil e Espanha. Em vez de tocar o Hino Nacional Brasileiro, tocou o Hino à Bandeira.
Na copa realizada nos Estados Unidos, em 1994, um fato muito curioso ocorreu no jogo entre Bulgária e México. O defensor mexicano Marcelino Bernal, ao tentar salvar uma bola, exagerou na força e acabou quebrando a trave.
Na Copa do Mundo do Japão / Coréia do Sul, realizada em 2002, ocorreu o gol mais rápido da história da competição. O jogador turco Hakan Sukur marcou aos 11 segundos um gol contra a seleção da Coréia do Sul.
Na base da Taça da Copa do Mundo de Futebol existe espaço para gravar o nome das seleções campeãs somente até o ano de 2038.
A primeira Copa do Mundo de Futebol a ter mascote foi a de 1966, na Inglaterra. Era um leãozinho chamado Willie.
Na Copa da Alemanha de 1974, a seleção da Holanda ganhou o apelido de "Laranja Mecânica", graças ao encantador futebol apresentado.
Na final da Copa do Mundo de 1990, na Itália, o árbitro esqueceu de olhar o tempo no relógio, e o primeiro tempo chegou aos 53 minutos.
Até a Copa do Mundo de 2006, já foram disputadas 708 partidas.
O jogador mais jovem a jogar uma partida de Copa do Mundo foi o irlandês Norman Whiteside. Ele disputou a Copa realizada na Espanha em 1982, com apenas 17 anos.
A maior média de gols em uma Copa foi a de 1954 (Suíça). Foram marcados, em média, 5,4 gols por partida.
A menor média de gols em uma Copa foi a de 1990, na Itália. Na ocasião, foram marcados, em média, 2,21 gols por partida.
A Copa do Mundo do México (1970) foi a primeira a ter as partidas transmitidas pela televisão.
Em todas as Copas do Mundo, até 2006, foram marcados 2063 gols.
A Copa do Mundo de 1930, no Uruguai, foi a única edição que não teve eliminatórias.
A edição da Copa que teve o maior número de gols foi a de 1998, na França. Nesta copa foram marcados 171 gols.
Os cartões, vermelho e amarelo, foram utilizados pela primeira vez em Copas do Mundo em 1970, no México.
A seleção da Suíça não tomou nenhum gol na Copa do Mundo de 2006, na Alemanha.
O goleiro que ficou o maior tempo sem tomar gols em uma Copa do Mundo foi o italiano Walter Zenga. Ele conseguiu ficar, na Copa de 1990, 517 minutos sem sofrer gols.
O camaronês Roger Milla foi o jogador mais velho a marcar um gol em Copas do Mundo. Aos 42 anos e 39 dias, Milla marcou o único gol da seleção de Camarões na derrota para a Rússia na Copa de 1994.
O jogador mais novo a marcar um gol em Copa do Mundo foi o brasileiro Pelé. Com apenas 17 anos e 239 dias, ele marcou um gol contra a seleção do País de Gales, em 1958.
O maior artilheiro de todos os tempos da história da Copa do Mundo é o brasileiro Ronaldo. Ele participou de 4 Copas do Mundo (de 1994 a 2006) e marcou 15 gols. Já o francês Just Fontaine é o maior artilheiro em uma única Copa. Na Copa do Mundo de 1954, realizada na França, Fontaine marcou 13 gols.
O técnico com maior número de jogos acumulados em copas foi o alemão Helmut Schön. Ele comandou a seleção da Alemanha em 25 jogos entre as copas de 1966 a 1978. Schön também é o recordista em número de vitórias em Copas do Mundo, com o total de 16.
A seleção com maior número de cartões vermelhos acumulados em copas do mundo é da Argentina. No total, são 10 cartões vermelhos. O Brasil vem em segundo lugar com 9 cartões vermelhos.
Brasil e Alemanha são os maiores finalistas de todos os tempos. As duas seleções chegaram 7 vezes em finais de Copas do Mundo.
Fonte: Sua Pesquisa.com